O Suriname ocupa 163.820 quilômetros quadrados na margem atlântica nordeste da América do Sul, sendo o menor Estado soberano do continente em área. A Guiana fica a oeste, o Brasil ao sul e a Guiana Francesa, uma região ultramarina da França, a leste; o Atlântico Norte forma sua fronteira setentrional. Paramaribo, a capital, fica no baixo curso do rio Suriname, perto da costa. A estrutura física do país muda de forma acentuada de norte a sul. Uma planície costeira baixa de sedimentos marinhos e fluviais concentra a maior parte dos assentamentos e terras agrícolas, apoiada por terraços mais antigos, cordões arenosos, pântanos e savanas. Mais para o interior, o terreno se eleva sobre o antigo Escudo das Guianas, onde a floresta tropical cobre planaltos recortados, afloramentos graníticos e cadeias como as Montanhas Wilhelmina. O Juliana Top, dentro da Reserva Natural do Suriname Central, alcança 1.230 metros. Grandes rios, incluindo Corantijn, Coppename, Saramacca, Suriname e Marowijne, em geral drenam para o norte em direção ao Atlântico; o Reservatório de Brokopondo interrompe o curso médio do rio Suriname.

Sua latitude equatorial produz calor durante todo o ano, mas é a chuva, e não a temperatura, que define o ritmo sazonal. No norte povoado, uma estação chuvosa curta costuma ocorrer entre dezembro e fevereiro, seguida por um intervalo curto mais seco, uma estação chuvosa mais longa aproximadamente do fim de abril até agosto e uma estação seca mais longa de cerca de agosto ao início de dezembro; o calendário varia e é influenciado pelo deslocamento da Zona de Convergência Intertropical e por padrões climáticos mais amplos. A precipitação costuma ser maior em partes do interior central e oriental do que na zona costeira ocidental. Os ventos alísios moderam o calor perto do mar, enquanto as áreas interiores apresentam maior amplitude térmica entre dia e noite. O risco ambiental se concentra no litoral: chuvas e inundações de maré recorrentes, drenagem urbana inadequada, erosão, intrusão salina e pressão sobre manguezais afetam o mesmo cinturão de terras baixas que concentra a maior parte da população e da infraestrutura. Em contraste, secas e níveis de rios excepcionalmente baixos podem isolar comunidades do interior e interromper transporte e abastecimento de água.

Essas divisões climáticas sustentam uma extensão florestal contínua excepcionalmente grande: dados do Banco Mundial situam as florestas em 94,4% da área terrestre em 2023. A floresta tropical perene de terras baixas domina o interior, interrompida por florestas de pântano, savanas rochosas, inselbergs graníticos e savanas do sul, enquanto o litoral contém manguezais, planícies lodosas e zonas úmidas de água doce e salobra. A Reserva Natural do Suriname Central, com 1,592 milhão de hectares, protege aproximadamente um décimo do território nacional, incluindo a bacia superior do Coppename e habitats de onça-pintada, anta, ariranha, primatas e centenas de espécies de aves. A agricultura é muito mais restrita geograficamente do que a floresta: o cultivo de arroz se concentra especialmente em Nickerie, com bananas, hortaliças, pecuária, pesca e pequenas propriedades de produção diversificada em outras partes da planície costeira. Os meios de vida no interior combinam cultivo, pesca, exploração florestal e mineração. A extração de ouro, particularmente a mineração informal e de pequena escala, tornou-se uma importante fonte de desmatamento, perturbação de sedimentos e contaminação por mercúrio em algumas bacias hidrográficas.

Muito antes de existir um Estado surinamês, povos indígenas ocupavam a costa e o interior das Guianas, incluindo ancestrais das atuais comunidades Lokono, Kali’na, Trio e Wayana, usando os sistemas fluviais como corredores de ocupação e comércio. Europeus chegaram às Guianas a partir do fim do século XV e ao longo do XVI, mas a ocupação colonial duradoura se desenvolveu mais tarde. Colonos ingleses criaram uma colônia de plantations na década de 1650 sob o patrocínio de Francis Willoughby. Uma frota da Zelândia a capturou em 1667, e o Tratado de Breda deixou o Suriname em mãos holandesas. A expansão das plantações ao longo dos baixos cursos dos rios ligou a colônia aos mercados atlânticos de açúcar e, mais tarde, café, cacau e algodão, enquanto dependia de africanos forçados ao trabalho por meio do tráfico transatlântico de escravizados. Pessoas escravizadas fugiam repetidamente para a floresta e estabeleceram sociedades maroons fora do controle efetivo das plantações. Os conflitos acabaram levando o governo colonial a firmar tratados que reconheciam a liberdade e a autonomia de importantes comunidades maroons, incluindo os Ndyuka em 1760 e os Saamaka em 1762. Esses acordos ajudaram a estabelecer uma geografia política duradoura na qual a sociedade costeira das plantações e comunidades interiores relativamente autônomas se desenvolveram ao lado das populações indígenas.

O domínio colonial holandês sobreviveu à era das plantações, mas foi remodelado pela emancipação e pela migração. A escravidão foi formalmente abolida em 1º de julho de 1863, mas as pessoas anteriormente escravizadas permaneceram sob um sistema coercitivo de dez anos de supervisão estatal até 1873. As autoridades coloniais então recrutaram trabalhadores contratados, sobretudo da Índia Britânica a partir de 1873 e de Java, nas Índias Orientais Holandesas, desde 1890; a migração chinesa também contribuiu para a sociedade emergente. O Suriname obteve autonomia interna dentro do Reino dos Países Baixos sob a Carta de 1954 e tornou-se uma república independente em 25 de novembro de 1975, transição acompanhada por migração substancial para os Países Baixos. O governo civil foi derrubado por um golpe militar em fevereiro de 1980. A década seguinte trouxe governo autoritário, os assassinatos de opositores políticos em dezembro de 1982, ruptura econômica e a Guerra do Interior, travada principalmente entre o Exército e o Jungle Commando no leste e no interior. Uma Constituição aprovada em 1987 restaurou instituições eleitas, embora uma intervenção militar tenha interrompido brevemente o governo civil novamente em 1990. Acordos de paz em 1992 encerraram a Guerra do Interior, após o que eleições competitivas se tornaram o principal mecanismo de formação do governo nacional.

A economia moderna continua excepcionalmente dependente das indústrias extrativas para obter divisas e receita pública. O ouro é a principal exportação mineral, enquanto a Staatsolie produz petróleo bruto em terra, refina combustível em Tout Lui Faut e participa do desenvolvimento offshore; agricultura, pesca, construção, comércio, serviços públicos e transporte oferecem uma base de emprego mais ampla. A bauxita, que já foi central para a economia industrial, perdeu esse papel depois que grandes operações de alumina fecharam na década de 2010. O FMI estimou crescimento real do PIB de 1,7% em 2024 e 1,5% em 2025, com uma produção de ouro mais fraca desacelerando a atividade. Desvios fiscais e monetários em 2025 também renovaram pressões inflacionárias e sobre a dívida após a estabilização e a reestruturação da dívida anteriores. A grande possível ruptura é o petróleo offshore: o projeto GranMorgu no Bloco 58, aprovado para desenvolvimento em 2024 com investimento estimado em cerca de US$ 10,5 bilhões, tem o primeiro petróleo previsto para 2028. Esse desenvolvimento pode transformar exportações e receitas do Estado, mas também aumenta a importância da disciplina fiscal, da gestão transparente dos recursos, da qualificação local e da diversificação para além das commodities.

O último censo populacional concluído do Suriname contou 541.638 habitantes em agosto de 2012; a estimativa do Banco Mundial para meados de 2025 era de cerca de 640.000. A densidade média é, portanto, de apenas cerca de quatro pessoas por quilômetro quadrado, mas esse número oculta uma concentração geográfica extrema. Mais de quatro quintos dos habitantes vivem na baixa planície costeira, e a área metropolitana de Paramaribo, estendendo-se ao distrito vizinho de Wanica, domina população, emprego, educação, governo e serviços. Dados do Banco Mundial classificavam 65,8% da população como urbana em 2024. Além da região da capital, Nieuw Nickerie é o principal centro do oeste, enquanto Albina e Moengo atendem o leste e assentamentos fluviais menores conectam o interior. A república presidencialista tem uma Assembleia Nacional unicameral e dez distritos administrativos em um sistema fortemente centralizado; Sipaliwini sozinho cobre grande parte do interior pouco povoado. As categorias do censo de 2012 refletiam uma sociedade altamente plural, incluindo comunidades hindustanis, maroons, crioulas, javanesas, de herança mista, indígenas e chinesas.

O holandês é o único idioma oficial e continua central para o governo, a educação formal, o direito e grande parte da imprensa, mas a comunicação cotidiana é marcadamente multilíngue. O sranan tongo funciona amplamente como língua franca, enquanto sarnami hindustani, javanês, saamaka, ndyuka e outros idiomas maroons, além de lokono, kali’na, trio, wayana, inglês, português e variedades chinesas, fazem parte da paisagem linguística. O cristianismo, em várias denominações, é a maior tradição religiosa ampla, mas hinduísmo e islamismo têm muitos seguidores, enquanto o winti e sistemas espirituais indígenas e maroons continuam influentes. Esses padrões são produtos da escravidão, do trabalho contratado, da migração e da persistência das sociedades do interior. Kaseko e kawina se desenvolveram a partir de tradições musicais afro-surinamesas; comunidades hindustanis e javanesas preservaram e adaptaram formas do sul e do sudeste da Ásia; a escultura, os tecidos e as performances maroons mantêm funções comunitárias. A arquitetura colonial de madeira de Paramaribo e Jodensavanne preservam evidências materiais das histórias atlânticas, judaicas, africanas, asiáticas e indígenas do país.

As redes de transporte e energia reproduzem a divisão entre litoral e interior. O principal sistema rodoviário percorre de leste a oeste o cinturão norte povoado, ligando Paramaribo a Albina, perto da Guiana Francesa, e a Nieuw Nickerie, em direção à Guiana, enquanto grandes pontes fluviais reduziram a dependência de balsas. Não existe uma ferrovia nacional de passageiros em funcionamento, e muitas comunidades em Sipaliwini e Brokopondo continuam acessíveis principalmente por rio ou pequenos aviões. O Aeroporto Internacional Johan Adolf Pengel, em Zanderij, atende as principais ligações internacionais, enquanto Zorg en Hoop sustenta operações domésticas e regionais; o complexo portuário Jules Sedney, em Paramaribo, é a principal porta de entrada marítima de cargas. O acesso à eletricidade foi estimado pelo Banco Mundial em 99,6% em 2023, embora a confiabilidade seja menos uniforme em assentamentos remotos. Em 2026, a Staatsolie operava a instalação hidrelétrica de Afobaka, de aproximadamente 180 megawatts, e uma usina térmica de 96 megawatts, que juntas supriam uma grande parcela da demanda nacional. O uso da internet chegou a 87% da população em 2023, mas a conectividade física continua mais limitada longe do litoral.

O Suriname ocupa uma posição regional incomum porque seus vínculos políticos e econômicos se voltam tanto para o Caribe quanto para a América do Sul continental. O país é membro da CARICOM desde 1995 e também integra a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica, formada por oito países, enquanto suas fronteiras o conectam à economia petrolífera da Guiana, ao interior norte do Brasil e à União Europeia por meio da Guiana Francesa. O desenvolvimento offshore na Bacia Guiana–Suriname está elevando sua importância energética, ao mesmo tempo que a conservação florestal confere ao país um papel relevante na diplomacia amazônica e climática. A mesma geografia impõe limitações: uma pequena base tributária e de mão de obra precisa sustentar um território grande e pouco conectado, a maior parte das pessoas e dos ativos continua exposta a inundações costeiras, e a mineração de ouro gera pressões de governança e ambientais no interior. Os resultados de médio prazo dependerão menos da existência de novas reservas de petróleo do que da capacidade das instituições de converter a renda dos recursos em infraestrutura resiliente, capital humano e produção diversificada, preservando ao mesmo tempo a estabilidade macroeconômica e os sistemas florestais que sustentam grande parte do valor ambiental do país.

GEOGRAFIA · SOCIEDADE · CONTEXTO

Suriname: fatos, números e contexto

Geografia, população, economia, infraestrutura, natureza, cultura e principais lugares do Suriname são apresentados em 48 cartões escritos de forma independente em inglês. Cada cartão identifica sua data de referência, explica por que o fato é relevante e inclui um link para uma fonte verificável.

Bandeira do Suriname

Autoria e revisão editorial: Equipe Editorial da Travel S Helper

Última atualização e fontes verificadas:

CapitalParamaribocentro político e administrativo
Populaçãoaproximadamente 634.000Banco Mundial, 2024
Área163.820 km²Banco Mundial, 2024
GDPaproximadamente 4, 5 bilhões de dólares dos EUABanco Mundial, 2024

Países vizinhos e localização

Uma breve orientação espacial, não um mapa de fronteiras políticas.

A Guiana faz fronteira a oeste, com uma zona disputada no Alto Corantijn.O Brasil fica ao sul.SurinameA Guiana Francesa forma a fronteira leste ao longo do Marowijne.O Oceano Atlântico fica ao norte da planície costeira.

Indicadores selecionados

Os valores mais recentes disponíveis nas séries de dados citadas.

Crescimento populacional0, 8 %
2024, variação anual
Acesso à eletricidade98 %
2023, parcela da população
Uso da internet79 %
2023, parcela da população

6 fatos principais

Informações essenciais

Nome oficial, capital, idiomas, moeda e sistema de governo.

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Informações essenciaisEm 2026

Nome oficial

República do Suriname

República do Suriname é o nome utilizado em documentos oficiais e diplomáticos.

Nomes oficiais e termos administrativos facilitam a interpretação de mapas, endereços e documentos públicos sem reduzir o país a uma única imagem.

CIA World Factbook — Suriname
Informações essenciaisadministrative centre

Capital

Paramaribo

Paramaribo fica às margens do rio Suriname e concentra governo, porto, universidade, comércio e grande parte da população.

Nomes oficiais e termos administrativos facilitam a interpretação de mapas, endereços e documentos públicos sem reduzir o país a uma única imagem.

CIA World Factbook — Suriname
Informações essenciaisOficial e uso cotidiano

Idiomas

Holandês oficial

O sranan tongo é amplamente falado; sarnami, javanês, idiomas maroons, idiomas indígenas, chinês e português tornam o país altamente multilíngue.

Nomes oficiais e termos administrativos facilitam a interpretação de mapas, endereços e documentos públicos sem reduzir o país a uma única imagem.

CIA World Factbook — Suriname
Informações essenciaisBasic practical information

Moeda, horário e código do país

dólar surinamês (SRD) · UTC−3 · +597

Informações básicas úteis para pagamentos, compromissos e comunicação internacional.

Nomes oficiais e termos administrativos facilitam a interpretação de mapas, endereços e documentos públicos sem reduzir o país a uma única imagem.

CIA World Factbook — Suriname
Informações essenciaisAdministrative division

Divisão administrativa

10 distritos, divididos em áreas

Comissários distritais representam o governo central; conselhos distritais e de distrito eleitos têm funções locais.

Nomes oficiais e termos administrativos facilitam a interpretação de mapas, endereços e documentos públicos sem reduzir o país a uma única imagem.

CIA World Factbook — Suriname
Informações essenciaisPolitical system

Forma de governo

república presidencial unitária

A Assembleia Nacional elege o presidente por maioria qualificada; o presidente chefia o Estado e o governo.

Nomes oficiais e termos administrativos facilitam a interpretação de mapas, endereços e documentos públicos sem reduzir o país a uma única imagem.

CIA World Factbook — Suriname

6 fatos principais

Geografia

Área, relevo, águas, litoral e posição regional.

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GeografiaBanco Mundial, 2024

Área

163.820 km²

A área terrestre do Suriname na série de referência utilizada é de 163.820 km².

Em viagens reais, o relevo, as chuvas e as condições das estradas costumam ser mais importantes que a distância em linha reta.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
GeografiaGeografia

Planície costeira recente

Pôlderes, pântanos, arrozais e cidades ficam sobre depósitos marinhos baixos atrás de diques e canais.

A estrutura espacial explica muitas diferenças de ocupação, transporte, agricultura e desenvolvimento regional.

Em viagens reais, o relevo, as chuvas e as condições das estradas costumam ser mais importantes que a distância em linha reta.

Encyclopaedia Britannica — Suriname
GeografiaGeografia

Planície costeira antiga e savana

Cordões arenosos e savanas formam uma transição entre o litoral habitado e a floresta do interior.

A estrutura espacial explica muitas diferenças de ocupação, transporte, agricultura e desenvolvimento regional.

Em viagens reais, o relevo, as chuvas e as condições das estradas costumam ser mais importantes que a distância em linha reta.

Banco Mundial — panorama do país: Suriname
GeografiaGeografia

Escudo das Guianas

Rochas antigas, colinas e montanhas de topo plano definem o sul pouco povoado.

A estrutura espacial explica muitas diferenças de ocupação, transporte, agricultura e desenvolvimento regional.

Em viagens reais, o relevo, as chuvas e as condições das estradas costumam ser mais importantes que a distância em linha reta.

UNESCO — Patrimônio Mundial no Suriname
GeografiaGeografia

Grandes rios

Marowijne, Suriname, Coppename e Corantijn são eixos de transporte e fronteiras através da floresta.

A estrutura espacial explica muitas diferenças de ocupação, transporte, agricultura e desenvolvimento regional.

Em viagens reais, o relevo, as chuvas e as condições das estradas costumam ser mais importantes que a distância em linha reta.

CIA World Factbook — Suriname
GeografiaGeografia

Sipaliwini

O maior distrito cobre a maior parte do interior, mas concentra apenas uma pequena parcela da população.

A estrutura espacial explica muitas diferenças de ocupação, transporte, agricultura e desenvolvimento regional.

Em viagens reais, o relevo, as chuvas e as condições das estradas costumam ser mais importantes que a distância em linha reta.

Ramsar — zonas úmidas no Suriname

6 fatos principais

Natureza e meio ambiente

Ecossistemas, áreas protegidas, espécies e pressões ambientais.

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Natureza e meio ambienteNatureza e meio ambiente

Reserva Natural do Suriname Central

Uma enorme área da UNESCO protege floresta de terras baixas, montanhas, rios e uma diversidade de espécies muito elevada.

O status de proteção é apenas um ponto de partida; gestão, clima e uso de recursos determinam o resultado de longo prazo.

A proteção legal, por si só, não garante conservação nem acesso irrestrito; estação do ano, gestão e regras locais continuam importantes.

Banco Mundial — panorama do país: Suriname
Natureza e meio ambienteNatureza e meio ambiente

Brownsberg

A floresta de montanha perto do reservatório oferece trilhas, cachoeiras e pesquisa, mas sofre pressão da mineração.

O status de proteção é apenas um ponto de partida; gestão, clima e uso de recursos determinam o resultado de longo prazo.

A proteção legal, por si só, não garante conservação nem acesso irrestrito; estação do ano, gestão e regras locais continuam importantes.

UNESCO — Patrimônio Mundial no Suriname
Natureza e meio ambienteNatureza e meio ambiente

Galibi

As praias do Marowijne são importantes áreas de reprodução da tartaruga-de-couro e de outras tartarugas marinhas.

O status de proteção é apenas um ponto de partida; gestão, clima e uso de recursos determinam o resultado de longo prazo.

A proteção legal, por si só, não garante conservação nem acesso irrestrito; estação do ano, gestão e regras locais continuam importantes.

CIA World Factbook — Suriname
Natureza e meio ambienteNatureza e meio ambiente

Manguezal e lama costeira

Sistemas costeiros dinâmicos protegem pôlderes e alimentam peixes, mas se deslocam sob a ação das correntes e do nível do mar.

O status de proteção é apenas um ponto de partida; gestão, clima e uso de recursos determinam o resultado de longo prazo.

A proteção legal, por si só, não garante conservação nem acesso irrestrito; estação do ano, gestão e regras locais continuam importantes.

Ramsar — zonas úmidas no Suriname
Natureza e meio ambienteNatureza e meio ambiente

Floresta tropical

Mais de noventa por cento de cobertura florestal sustentam armazenamento de carbono, comunidades e grandes mamíferos.

O status de proteção é apenas um ponto de partida; gestão, clima e uso de recursos determinam o resultado de longo prazo.

A proteção legal, por si só, não garante conservação nem acesso irrestrito; estação do ano, gestão e regras locais continuam importantes.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
Natureza e meio ambienteNatureza e meio ambiente

Ouro e mercúrio

A extração industrial e de pequena escala causa desmatamento, turvação da água e riscos à saúde em aldeias ribeirinhas.

O status de proteção é apenas um ponto de partida; gestão, clima e uso de recursos determinam o resultado de longo prazo.

A proteção legal, por si só, não garante conservação nem acesso irrestrito; estação do ano, gestão e regras locais continuam importantes.

Encyclopaedia Britannica — Suriname

6 fatos principais

População e sociedade

População, povoamento, idiomas, educação e saúde pública.

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População e sociedadeBanco Mundial, 2024

População

aproximadamente 634.000

A série utilizada estima a população em aproximadamente 634.000.

Médias nacionais podem ocultar grandes diferenças entre regiões, cidades, comunidades rurais, faixas etárias e níveis de renda.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
População e sociedadeBanco Mundial, 2024

Crescimento populacional

0,8% ao ano

A variação anual afeta diretamente a demanda por moradia, escolas, saúde, trabalho e transporte.

Médias nacionais podem ocultar grandes diferenças entre regiões, cidades, comunidades rurais, faixas etárias e níveis de renda.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
População e sociedadeBanco Mundial, 2023

Expectativa de vida

aproximadamente 71 anos

Este indicador reúne condições de saúde e acesso a serviços básicos, mas não capta plenamente as diferenças internas.

Médias nacionais podem ocultar grandes diferenças entre regiões, cidades, comunidades rurais, faixas etárias e níveis de renda.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
População e sociedadeSociedade

Múltiplas comunidades

Grupos hindustanis, maroons, crioulos, javaneses, indígenas, chineses e mestiços têm instituições próprias e compartilhadas.

Médias nacionais frequentemente ocultam grandes diferenças entre regiões, gerações, grupos sociais e áreas urbanas e rurais.

Médias nacionais podem ocultar grandes diferenças entre regiões, cidades, comunidades rurais, faixas etárias e níveis de renda.

UNESCO — Patrimônio Mundial no Suriname
População e sociedadeSociedade

Litoral e interior

A maioria dos habitantes vive em torno de Paramaribo e Wanica; aldeias maroons e indígenas ao longo dos rios têm acesso diferente aos serviços.

Médias nacionais frequentemente ocultam grandes diferenças entre regiões, gerações, grupos sociais e áreas urbanas e rurais.

Médias nacionais podem ocultar grandes diferenças entre regiões, cidades, comunidades rurais, faixas etárias e níveis de renda.

CIA World Factbook — Suriname
População e sociedadeSociedade

Diáspora

Fortes fluxos familiares, linguísticos e financeiros com os Países Baixos influenciam educação, política, mídia e migração.

Médias nacionais frequentemente ocultam grandes diferenças entre regiões, gerações, grupos sociais e áreas urbanas e rurais.

Médias nacionais podem ocultar grandes diferenças entre regiões, cidades, comunidades rurais, faixas etárias e níveis de renda.

Ramsar — zonas úmidas no Suriname

6 fatos principais

Economia

Produção, emprego, comércio, finanças públicas e desenvolvimento.

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EconomiaBanco Mundial, 2024

Produto interno bruto

aproximadamente 4,5 bilhões de dólares dos EUA

O PIB nominal foi estimado em aproximadamente US$ 4,5 bilhões no ano de referência.

O tamanho de um setor deve ser analisado junto com emprego, preços, importações, processamento local e distribuição de renda.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
EconomiaBanco Mundial, 2024

Crescimento econômico

aproximadamente US$ 3,0%

A variação real anual do PIB deve ser analisada em conjunto com inflação, crescimento populacional e estrutura econômica.

O tamanho de um setor deve ser analisado junto com emprego, preços, importações, processamento local e distribuição de renda.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
EconomiaEconomia

Ouro

O ouro é a maior fonte de exportações, conectando minas formais a uma economia doméstica informal de porte considerável.

Os números de produção só se tornam significativos quando analisados junto com emprego, distribuição de renda, dependência de importações e custos ambientais.

O tamanho de um setor deve ser analisado junto com emprego, preços, importações, processamento local e distribuição de renda.

CIA World Factbook — Suriname
EconomiaEconomia

Petróleo e legado da bauxita

A Staatsolie gera renda e descobertas offshore criam expectativas; a bauxita anteriormente estruturou a indústria e a infraestrutura.

Os números de produção só se tornam significativos quando analisados junto com emprego, distribuição de renda, dependência de importações e custos ambientais.

O tamanho de um setor deve ser analisado junto com emprego, preços, importações, processamento local e distribuição de renda.

Ramsar — zonas úmidas no Suriname
EconomiaEconomia

Agricultura e pesca

Arroz, banana, hortaliças, pescado e camarão são importantes nos distritos costeiros.

Os números de produção só se tornam significativos quando analisados junto com emprego, distribuição de renda, dependência de importações e custos ambientais.

O tamanho de um setor deve ser analisado junto com emprego, preços, importações, processamento local e distribuição de renda.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
EconomiaEconomia

Pequeno mercado interno

Governo, comércio, transporte e serviços são sensíveis à taxa de câmbio, à dívida e aos preços das importações.

Os números de produção só se tornam significativos quando analisados junto com emprego, distribuição de renda, dependência de importações e custos ambientais.

O tamanho de um setor deve ser analisado junto com emprego, preços, importações, processamento local e distribuição de renda.

Encyclopaedia Britannica — Suriname

6 fatos principais

Infraestrutura e conectividade digital

Eletricidade, telecomunicações, portos, aeroportos e transporte interno.

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Infraestrutura e conectividade digitalBanco Mundial, 2023

Acesso à eletricidade

98% da população

O conjunto de dados internacional citado estima o acesso em 98 %; esse número não indica a confiabilidade do fornecimento.

A existência de uma rede não garante acesso contínuo, acessível ou geograficamente uniforme aos seus serviços.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
Infraestrutura e conectividade digitalBanco Mundial, 2023

Uso da internet

79 % da população

No ano mais recente coberto pela série citada, 79 % da população usava a internet.

A existência de uma rede não garante acesso contínuo, acessível ou geograficamente uniforme aos seus serviços.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
Infraestrutura e conectividade digitalInfraestrutura

Conexão leste–oeste

A principal estrada e zona urbana acompanham a costa de Albina em direção a Nickerie.

A existência de uma estrada ou rede não torna necessariamente os serviços confiáveis, acessíveis ou disponíveis durante todo o ano.

A existência de uma rede não garante acesso contínuo, acessível ou geograficamente uniforme aos seus serviços.

Ramsar — zonas úmidas no Suriname
Infraestrutura e conectividade digitalInfraestrutura

Rios e aviação

Barcos e pequenos aviões conectam aldeias, minas e reservas que não podem ser alcançadas por estrada.

A existência de uma estrada ou rede não torna necessariamente os serviços confiáveis, acessíveis ou disponíveis durante todo o ano.

A existência de uma rede não garante acesso contínuo, acessível ou geograficamente uniforme aos seus serviços.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
Infraestrutura e conectividade digitalInfraestrutura

Afobakadam

O reservatório de Brokopondo fornece hidreletricidade, mas inundou habitats e aldeias maroons.

A existência de uma estrada ou rede não torna necessariamente os serviços confiáveis, acessíveis ou disponíveis durante todo o ano.

A existência de uma rede não garante acesso contínuo, acessível ou geograficamente uniforme aos seus serviços.

Encyclopaedia Britannica — Suriname
Infraestrutura e conectividade digitalInfraestrutura

Energia e telecomunicações

As redes urbanas são relativamente robustas; aldeias usam com mais frequência diesel, energia solar, satélite e conexões móveis.

A existência de uma estrada ou rede não torna necessariamente os serviços confiáveis, acessíveis ou disponíveis durante todo o ano.

A existência de uma rede não garante acesso contínuo, acessível ou geograficamente uniforme aos seus serviços.

Banco Mundial — panorama do país: Suriname

6 fatos principais

Viagens e destinos

Cidades, paisagens, patrimônio e condições práticas no local.

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Viagens e destinosViagens

Paramaribo

Centro urbano de madeira, Waterkant, Fort Zeelandia, mercados, locais de culto e cozinhas mostram a história colonial e multilíngue.

Um destino faz mais sentido quando seus marcos são vistos no contexto da história local e da vida cotidiana.

Transporte, autorizações, clima e recomendações oficiais de viagem devem ser verificados novamente pouco antes da partida.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname
Viagens e destinosViagens

Commewijne

Vestígios de plantações, fortes, aldeias fluviais e natureza oferecem uma visão da escravidão, do trabalho contratado e da agricultura.

Um destino faz mais sentido quando seus marcos são vistos no contexto da história local e da vida cotidiana.

Transporte, autorizações, clima e recomendações oficiais de viagem devem ser verificados novamente pouco antes da partida.

Encyclopaedia Britannica — Suriname
Viagens e destinosViagens

Brokopondo e Brownsberg

Reservatório, floresta e comunidades maroons exigem guias locais e compreensão do deslocamento forçado.

Um destino faz mais sentido quando seus marcos são vistos no contexto da história local e da vida cotidiana.

Transporte, autorizações, clima e recomendações oficiais de viagem devem ser verificados novamente pouco antes da partida.

Banco Mundial — panorama do país: Suriname
Viagens e destinosViagens

Alto Suriname

Passeios de barco a aldeias Saamaka combinam paisagem fluvial com uma comunidade viva e regras próprias de visita.

Um destino faz mais sentido quando seus marcos são vistos no contexto da história local e da vida cotidiana.

Transporte, autorizações, clima e recomendações oficiais de viagem devem ser verificados novamente pouco antes da partida.

UNESCO — Patrimônio Mundial no Suriname
Viagens e destinosViagens

Galibi e Marowijne

Temporada de tartarugas, aldeias indígenas e o rio fronteiriço exigem reserva e comportamento cuidadoso na natureza.

Um destino faz mais sentido quando seus marcos são vistos no contexto da história local e da vida cotidiana.

Transporte, autorizações, clima e recomendações oficiais de viagem devem ser verificados novamente pouco antes da partida.

CIA World Factbook — Suriname
Viagens e destinosViagens

Nickerie e interior

Pôlderes de arroz, Bigi Pan e expedições a Raleigh Falls mostram regiões logísticas completamente diferentes.

Um destino faz mais sentido quando seus marcos são vistos no contexto da história local e da vida cotidiana.

Transporte, autorizações, clima e recomendações oficiais de viagem devem ser verificados novamente pouco antes da partida.

Ramsar — zonas úmidas no Suriname

6 fatos principais

Cultura e cotidiano

Patrimônio vivo, alimentação, música, saberes e costumes sociais.

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Cultura e cotidianoCultura

Holandês e sranan tongo

O idioma oficial e o crioulo coloquial circulam ao lado de muitos idiomas comunitários e familiares.

A cultura não é um pano de fundo fixo, mas uma prática viva que as comunidades moldam continuamente e

A cultura viva pertence primeiro às comunidades que a preservam e remodelam, não ao marketing turístico.

Encyclopaedia Britannica — Suriname
Cultura e cotidianoCultura

Culturas maroons

Saamaka, Ndyuka e outros povos preservam seus próprios idiomas, entalhes, tecidos, leis e conhecimentos fluviais.

A cultura não é um pano de fundo fixo, mas uma prática viva que as comunidades moldam continuamente e

A cultura viva pertence primeiro às comunidades que a preservam e remodelam, não ao marketing turístico.

Banco Mundial — panorama do país: Suriname
Cultura e cotidianoCultura

Diversidade religiosa

Mesquita e sinagoga lado a lado simbolizam uma paisagem mais ampla de hinduísmo, cristianismo, islamismo e winti.

A cultura não é um pano de fundo fixo, mas uma prática viva que as comunidades moldam continuamente e

A cultura viva pertence primeiro às comunidades que a preservam e remodelam, não ao marketing turístico.

UNESCO — Patrimônio Mundial no Suriname
Cultura e cotidianoCultura

Música

Kaseko, kawina, baithak gana e formas javanesas-surinamesas conectam múltiplos ritmos e histórias de migração.

A cultura não é um pano de fundo fixo, mas uma prática viva que as comunidades moldam continuamente e

A cultura viva pertence primeiro às comunidades que a preservam e remodelam, não ao marketing turístico.

CIA World Factbook — Suriname
Cultura e cotidianoCultura

Culinária

Pom, roti, saoto, moksi alesi, bara e pratos de mandioca são produtos de migrações forçadas e voluntárias.

A cultura não é um pano de fundo fixo, mas uma prática viva que as comunidades moldam continuamente e

A cultura viva pertence primeiro às comunidades que a preservam e remodelam, não ao marketing turístico.

Ramsar — zonas úmidas no Suriname
Cultura e cotidianoCultura

Festividades

Keti Koti, Phagwa, Eid, Diwali e dias indígenas tornam múltiplas histórias visíveis no calendário nacional.

A cultura não é um pano de fundo fixo, mas uma prática viva que as comunidades moldam continuamente e

A cultura viva pertence primeiro às comunidades que a preservam e remodelam, não ao marketing turístico.

Banco Mundial — dados sobre o Suriname

6 períodos

Momentos marcantes da história

Uma breve cronologia de processos importantes para compreender o país atual.

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  1. Costa indígena e rios

    Lokono, Kaliña, Trio, Wayana e outros povos administravam savanas, florestas e vias navegáveis.

  2. Colônia holandesa de plantation

    Açúcar, café e escravidão ao longo dos rios caminharam lado a lado com a resistência maroon e os tratados.

  3. Emancipação e trabalho servil por contrato

    Trabalhadores vindos da Índia, de Java e da China mudaram a agricultura, a religião e a população.

  4. Autonomia e independência

    O sufrágio universal e o Estatuto levaram à soberania em 1975 e a uma grande emigração.

  5. Golpe, ditadura e guerra interna

    Governo militar, assassinatos de dezembro e conflito com maroons prejudicaram o Estado de direito e as aldeias.

  6. Democracia e ciclos de commodities

    Eleições, ouro, crises da dívida e perspectivas de petróleo offshore definem a república.

8 fontes principais

Fontes e limitações dos dados

Bancos de dados oficiais e obras de referência consolidadas usados para compilar este bloco sobre o país em inglês.

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Os números podem variar devido a revisões, métodos nacionais e mudanças rápidas. Por isso, o ano de referência é mencionado para cada indicador variável.

O acesso, a saúde, o transporte, a segurança e a acessibilidade de lugares específicos podem mudar. Consulte informações oficiais pouco antes da partida.