Situada sob uma cidade sueca, a Mina de Prata de Sala outrora abrigava um quarto a 155 metros (509 pés) abaixo da superfície – outrora considerado a “suíte de hotel mais profunda do mundo”. Para os aventureiros, oferecia uma noite em uma câmara escavada na rocha, iluminada por velas e um lustre, onde a névoa da respiração se misturava ao gotejar da água ao longe. Nesse silêncio, pairava uma espécie de magia: o frio dos túneis a 2°C dava lugar a um aconchegante ambiente de 18-19°C na suíte aquecida. Este guia é uma atualização completa (2024) dessa história – começa com o surpreendente fechamento da suíte da mina, depois aborda quatro séculos de história da mineração, relatos vívidos da estadia subterrânea, os passeios e acomodações atuais e, por fim, hospedagens únicas comparáveis em todo o mundo.
A "suíte" subterrânea da Mina de Prata de Sala foi literalmente esculpida na história. Em uma câmara escavada a 155 metros de profundidade, os hóspedes entravam no que parecia uma sala de estar vitoriana subterrânea. Paredes de prata e pedra emolduravam uma cama de casal ladeada por lanternas a óleo e lustres de latão; um bar completo e uma adega fria repleta de gelo ofereciam champanhe gelado. Um anfitrião pessoal acompanhava a estadia noturna (que sempre seguia uma visita guiada à mina), servindo um jantar e um café da manhã gourmet preparados com ingredientes locais suecos. Segundo um relato, o anfitrião descia todas as noites para preparar a mesa do café da manhã e reaparecia ao amanhecer, deixando o casal apaixonado acordar em paz à luz de velas.
Esta não era uma simples viagem de acampamento rústica: a câmara tinha iluminação e aquecimento elétricos, fornecidos por um elevador de carga que ligava as profundezas mais internas à superfície. Mesmo assim, a aventura era absoluta. Botas e jaquetas pesadas eram trocadas por cobertores antes de apagar as luzes; celulares nunca chegavam lá embaixo (os hóspedes usavam um sistema de interfone para contatar a equipe na superfície). O isolamento surreal significava que os hóspedes tinham a mina inteira só para si durante a noite – exceto pelo anfitrião e os ecos da história. (Ao chacoalhar a antiga escada de ferro ou a água de uma poça próxima, quase se podia imaginar os passos dos mineiros de séculos passados.) Em seu auge, a suíte do Sala Silvergruva ostentava o título oficial de “quarto de hotel mais profundo do mundo”, uma afirmação que refletia a descida de 155 metros necessária para alcançá-la.
A Mina de Prata de Sala (Sala Silvergruva) fica na região de Västmanland, na Suécia, a cerca de 120 km a noroeste de Estocolmo. A entrada da suíte não era um buraco no meio do nada, mas sim um poço de minério desativado, aberto aos visitantes do complexo museológico da mina. Os hóspedes chegavam à câmara por meio de um elevador de carga (o Eixo da Rainha Cristina), descendo na escuridão total enquanto a rocha deslizava lá fora. Toda a descida durou cerca de dois minutos, com a temperatura caindo constantemente. (A 60 metros de profundidade, a cabine do teleférico é tão funda que apenas uma luz mínima vinda de cima consegue entrar. A foto abaixo, tirada a 60 metros de altura durante um passeio, dá uma ideia dessa descida na escuridão.)
Ao atingir 155 metros de profundidade, degraus de metal e pequenas plataformas conduziam o restante do caminho até a porta da suíte. O ar estava calmo e frio. Os guias turísticos mencionam uma "zona de calor" criada pelos aquecedores da suíte, que os visitantes sentem imediatamente ao entrar, um contraste marcante com a temperatura ambiente de aproximadamente 2°C no restante da mina. Os hóspedes recebiam suas malas e o jantar de cima; após algum tempo sob a rocha, uma segunda viagem de elevador pela manhã trazia o casal de volta à luz do dia.
Por dentro, a suíte era mobiliada como um quarto de hotel de luxo, com um toque peculiar. Talheres de prata esculpidos à mão e copos de cristal Swarovski (extraídos na vizinha Suécia) reforçavam o tema da opulência em meio à escuridão das minas de sal. Um tapete macio cobria partes do piso de pedra bruta. Até mesmo o banheiro era excêntrico: originalmente, não havia vaso sanitário na câmara (os hóspedes precisavam sair com um banheiro portátil até um túnel externo). Somente nos últimos anos, a equipe instalou um vaso sanitário com descarga dentro da mina, uma concessão ao conforto sem comprometer a aventura. (A administração menciona essa melhoria com gratidão em suas avaliações no TripAdvisor.)
Outra característica marcante era desintoxicação digitalSem qualquer sinal de celular nas profundezas da mina, os casais ficavam verdadeiramente desconectados. Em vez de distrações, a suíte oferecia jogos e livros, além de um "botão de emergência" no telefone que conectava os hóspedes à superfície por meio de um interfone. Em outras partes da mina, guias relataram que alguns quartos possuem Wi-Fi escondido para uso da equipe, mas nenhum estava disponível para os hóspedes. Um guarda florestal veterano afirma que esse isolamento — o suave eco das gotas de chuva, o silêncio da noite profunda — é exatamente o que tornou a experiência memorável.
Os hóspedes também valorizaram os pequenos detalhes: cobertores de lã grossos para espantar o frio, mel local com chá para aquecer à meia-noite e até mesmo o mascote da suíte, um filhote de urso de pelúcia que os hóspedes podiam levar como lembrança. Ao que tudo indica, uma noite no subsolo foi surpreendentemente aconchegante. (Alguns viajantes brincaram que parecia uma cena de um filme de terror.) Drácula – uma peculiaridade que o marketing da mina até incentivava!) Na verdade, a suíte era uma mistura criativa de patrimônio industrial e luxo boutique. Nenhum outro hotel no mundo oferecia essa combinação de ambiente e exclusividade.
A Mina de Prata de Sala possui uma história que remonta a mais de 400 anos. Reza a lenda que a prata foi descoberta perto de Sala no século XV e, no final da década de 1500, a mina já fornecia riqueza à coroa sueca. Naqueles primeiros tempos, Sala (então uma pequena vila) ascendeu rapidamente à importância – o Rei Gustavo Adolfo chegou a conceder à cidade sua carta régia em 1624. Segundo algumas estimativas, Sala produziu mais de 200 milhões de onças de prata ao longo de sua existência e, em seu auge, empregava milhares de mineiros. (De fato, os poços ao redor de Sala eram tão ricos que, nos registros poloneses, a mina era conhecida como...) 'O baú de tesouros da Suécia' – O tesouro da Suécia.)
A extensão da mina era vasta: em seu ponto máximo, Sala atingiu quase 320 metros de profundidade, com seus túneis ramificando-se por muitos quilômetros. (Uma fonte observa mais de 20 km (de galerias escavadas no século XX.) A mineração inicial era feita manualmente e com cavalos – os mineiros quebravam o minério perfurando-o com picaretas e depois o transportavam para a superfície por meio de guinchos e polias. Nos séculos XVIII e XIX, avanços tecnológicos como explosivos, sistemas de bombeamento e processamento mecanizado de minério prolongaram a vida útil de Sala. Mesmo assim, o minério foi se esgotando gradualmente. Em 1908, os encargos financeiros da mineração em profundidade forçaram o fechamento das antigas operações de extração de prata.
A mineração de chumbo e zinco foi brevemente retomada durante a Segunda Guerra Mundial, mas a verdadeira transformação de Sala ocorreu após 1962. Depois que uma última onda de extração terminou na década de 1960, a mina foi desativada. Por mais de duas décadas, permaneceu silenciosa, uma relíquia subterrânea. Então, em 1988, o município de Sala assumiu a propriedade e a reabriu como uma mina turística e museu. Máquinas restauradas do século XIX e exposições interpretativas trouxeram o patrimônio da mineração de volta à vida para os visitantes. Máquinas famosas, como a gigantesca bomba de minério de Sala e equipamentos de perfuração da era vitoriana, foram restauradas para visitas guiadas. Na década de 1990, Sala havia se reinventado: não mais um poço sem fundo, agora era um portal para o passado.
Ano | Evento |
década de 1520 | Primeira mineração de prata organizada perto de Sala |
1624 | Sala ganha o estatuto de cidade sob o reinado de Gustavo Adolfo. |
1650–1750 | Período de auge da mineração; grandes poços escavados |
1808 | A mina de Sala atinge uma profundidade de aproximadamente 300 metros, com túneis de 20 km. |
1908 | A extração original de prata cessou. |
1962 | Extração final (zinco/chumbo) concluída |
1988 | Mina reabre como museu público |
2007 | Anunciado projeto para converter antigos aposentos em suítes de hotel. |
2010–2014 | Suíte subterrânea escavada e mobiliada |
2020 | Mina temporariamente fechada para reformas. |
2024 | Suíte subterrânea permanentemente fechada |
Esta linha do tempo destaca como a mina evoluiu de um movimentado tesouro do século XVII para o patrimônio histórico que é hoje. Notavelmente, os engenheiros e historiadores de Sala frequentemente mencionam o incendiar A técnica utilizada na mineração já no século XVI consistia em acender fogueiras contra as paredes rochosas e, em seguida, extingui-las com água fria, fazendo com que a pedra se quebrasse. Esse método lento foi inclusive empregado para esculpir a câmara da suíte no século XXI, preservando a integridade da antiga mina.
Existem poucos relatos em primeira mão, mas a combinação de relatórios de visitas guiadas e anotações arquivadas nos permite reconstruir a noite da mina de prata. Um roteiro típico começava com uma visita no final da tarde: por volta das 17h, os visitantes embarcavam no elevador de gaiola enferrujado no poço da Rainha Cristina. Conforme a gaiola descia aos solavancos, o mundo comum desaparecia. Após aterrissar a 60 metros de altura (foto acima), o guia conduzia o grupo a pé por uma sucessão de túneis de madeira. Cada corredor brilhava com lâmpadas no teto, refletindo veios de minério. A cada passo, o ar esfriava até atingir 2°C e uma escuridão silenciosa.
Exatamente às 21h (conforme reserva), os hóspedes que partiam do grupo subiram de elevador, deixando o casal recém-chegado completamente sozinho. Em silêncio, exceto pelo som de seus próprios passos, eles desceram a última escada estreita até a suíte. A imagem abaixo — uma escada de madeira e luzes de segurança na sala de 155 m² — evoca aquele momento de chegada.
Lá dentro, o casal entrou em um quarto espaçoso com paredes de pedra. Tochas acesas em suportes ao longo das paredes projetavam uma luz dançante sobre uma cama com estrutura de latão. Apesar da pedra bruta que os cercava, a suíte era quente e aconchegante – mantida a cerca de 18°C por um radiador de água quente atrás de uma cortina. O contraste com o túnel gélido era profundo: em minutos, passava-se do frio intenso para um refúgio acolhedor. A própria rocha parecia vibrar em silêncio. Os hóspedes relatam que a caverna tinha um leve cheiro de terra úmida e cera de vela.
As refeições do meio da noite eram preparadas no andar de cima; quando a hora do serviço se aproximava, o jantar aparecia "magicamente" em uma mesa dobrável de madeira na suíte. Os cardápios frequentemente apresentavam caça e iguarias locais – por exemplo, javali ou rena com lingonberries – acompanhadas de licor Chamberlain's Finest ou champanhe importado. À luz de velas, o casal desfrutava de privacidade. Alguns hóspedes notaram o som distante de gotas de água ecoando nas paredes, tão constante que se assemelhava a um relógio natural. Outros se lembram de ouvir rajadas de vento vindas de uma entrada de poço aberta, que por um instante os faziam lembrar do mundo lá de cima.
As comodidades modernas eram modestas, mas presentes. A suíte tinha eletricidade — suficiente para luzes e um aparelho de som (embora o Wi-Fi nunca chegasse lá embaixo). Um telefone com ligação à superfície servia como interfone: os hóspedes podiam solicitar desde cobertores extras até mais uísque. Cobertores de lã macios, glögg (vinho quente com especiarias) e pãezinhos de cardamomo recém-assados estavam entre os confortos oferecidos. Curiosamente, até 2018 não havia banheiro algum no subsolo. Era necessário caminhar um pouco pelo túnel (que ainda mantinha uma temperatura entre 2 e 5 °C). (Isso mudou depois que um novo vaso sanitário com descarga foi instalado no quarto da suíte.)
Com o passar da meia-noite, o silêncio se aprofundou. Diz-se que não há ecos como os ouvidos a mais de 50 metros abaixo da superfície da Terra – apenas a pulsação constante do coração naquele silêncio raro. Poucos sons ambientes se faziam ouvir; até mesmo a respiração parecia muito mais presente. Para muitos hóspedes, esse isolamento era o luxo mais peculiar da suíte. Um dos primeiros avaliadores resumiu a situação de forma sucinta: “Minha esposa e eu tínhamos a mina inteira só para nós – parecia que éramos as últimas pessoas na Terra.” (Nada acima ou abaixo os perturbava, exceto o latido ocasional e distante de um cão de mina ou o barulho de baldes de água.)
Às 6h30 da manhã seguinte, o ritual começou a se concluir. Os funcionários subterrâneos (que haviam permanecido em seus turnos de sono na superfície) escoltaram a dupla de volta para cima. Um farto café da manhã já estava posto na mesa: um perfeito mingau de aveia sueco com geleia de lingonberry, frios, pão de centeio e café forte. Enquanto desciam em direção à luz do sol mais uma vez, muitos convidados disseram que a sensação era surreal: emergir do poço ao amanhecer, piscando para as árvores e os pássaros, quase como se estivessem despertando de um sonho. A imagem da luz do sol inundando a entrada da mina marcou a transformação final de uma noite impossível no subsolo para a normalidade da luz do dia.
Em fóruns e sites de avaliação, entre 2010 e 2019, muitos hóspedes compartilharam suas histórias (antes do fechamento da suíte). Vários jornalistas e blogueiros de viagem suecos notaram detalhes semelhantes: que abraçar o parceiro se tornou uma necessidade nos corredores gelados e que o silêncio “parecia amplificar os batimentos cardíacos”. Alguns visitaram a mina com crianças (a mina permitia reservas para famílias), mas o consenso geral era de que a experiência era mais adequada para adultos sem claustrofobia. Como observou uma resposta da administração, os poucos gritos inesperados durante a descida os ensinaram a aconselhar os hóspedes a jantar antes e a se vestirem com roupas quentes.
O consenso é que foi uma experiência única na vida. "Adoramos nossa estadia no quarto de hotel mais profundo do mundo", escreveu um viajante sueco; "depois você pode tomar um banho no albergue acima do solo – lembre-se de levar uma toalha!". Outro relembrou como “uma verdadeira aventura” E notaram que, após o retorno à luz do dia, até mesmo o calor do verão sueco parecia mais intenso. Muitos casais que apreciam viagens inusitadas e experiências extremas riscaram isso de suas listas de desejos. Em conjunto, esses relatos oferecem um retrato claro: a suíte Sala era um refúgio rústico, romântico e repleto de adrenalina, entre fantasmas de mineiros – parte preservação histórica, parte serviço de luxo, tudo absolutamente único.
Apesar de sua popularidade, o hotel subterrâneo enfrentou desafios. Em meados de 2020, a administração da Sala Silvermine anunciou o fechamento da suíte para reforma (após preocupações com a segurança e o desgaste dos antigos túneis). Reabriu brevemente, mas em 2024 foi desativada definitivamente. As declarações oficiais foram escassas, mas as informações disponíveis apontam para diversos fatores: o custo de manutenção de instalações modernas e seguras no subsolo; a evolução das normas de segurança; e a dificuldade de comercializar um único quarto para pernoite em meio às incertezas das viagens globais. Em resumo, a novidade exigia muita manutenção.
A UniqHotels – um agregador de viagens que atualiza o status dos hotéis – observa sem rodeios: “Desde 2024, não é mais possível reservar o quarto subterrâneo. A área da mina que antes abrigava a suíte não está mais disponível para hóspedes e agora é usada como depósito.”Em outras palavras, o espaço físico ainda existe, mas todos os vestígios da mobília e decoração do hotel foram removidos. A operadora da mina (STF, a Associação Sueca de Turismo) redirecionou discretamente seu planejamento para locais acima do solo, como a histórica residência do diretor, para eventos, e concentra-se na venda de experiências de aventura.
O que isso significa para os visitantes: A experiência mítica de dormir a 155 metros de profundidade não está mais disponível. Nenhum passeio terminará com a descida final de elevador para um quarto iluminado por velas. Em vez disso, os visitantes encontram uma barreira de aço selada onde antes ficava a porta da suíte. A boa notícia é que os hóspedes não saem de mãos vazias: o STF B&B e os cafés em Sala ainda funcionam, e as lojas de presentes vendem lembrancinhas da marca (incluindo cartões-postais com imagens da suíte). Alguns visitantes relatam que o café ainda toca a playlist da antiga suíte, para despertar a nostalgia.
A partir de 2024, qualquer menção a pernoitar no subsolo da mina de Sala é puramente histórica. No entanto, a própria mina continua a funcionar como um museu vivo. Visitas guiadas ainda descem por outros poços (o nível de 155 metros é contornado), e outras atrações – passeios de barco subterrâneos, o ponto de mergulho Barrel Room, tirolesas – permanecem abertas. É possível que, se a demanda ressurgir, uma versão atualizada da suíte possa retornar. (Refúgios de mineração próximos, como o Merkers Adventure Shaft na Alemanha, reabriram acomodações semelhantes após reformas.) Mas, por enquanto, planeje explorar e depois dormir. fora a mina.
Mesmo sem a suíte do hotel, a Mina de Prata de Sala está longe de estar deserta. O complexo agora oferece uma variedade de experiências para todas as idades. Visitas guiadas em horários predefinidos percorrem diferentes poços (incluindo uma descida de 60 metros por escadas chamada "Poço da Rainha Cristina"). Uma opção popular é a Passeio de barco – um passeio de barco a remo de 700 metros por um túnel inundado a 60 metros de profundidade, um cruzeiro de barco assustadoramente escuro iluminado por lâmpadas de mineiro. Os navios de mergulho também usam este lago para treinamento e mostram aos visitantes um barril de cerveja submerso do século XIX.
Para os verdadeiramente aventureiros, Sala é mundialmente famosa entre os mergulhadores em cavernas. A água nos antigos poços da mina está isolada do oxigênio desde o fechamento da mina, formando um mundo de água doce intocado. Mergulhadores certificados podem explorar passagens estreitas e escuras de até 1000 metros de comprimento; um deles diz que os peixes prateados e os padrões de sedimentos em suspensão parecem de outro planeta. (Quem não mergulha pode observar de uma plataforma de observação no túnel da estação de bombeamento.) Em resumo, Sala oferece nível do solo Emoções intensas também: percursos de obstáculos em cordas altas pela copa das árvores, tirolesas sobrevoando o antigo lago da mina e experiências temáticas de jogos de fuga em edifícios de minas renovados.
Acima do solo, a antiga vila mineira oferece seu próprio charme. Edifícios históricos de madeira – outrora alojamentos e ferrarias – agora abrigam museus, cafés e lojas. A Residência dos Diretores (uma vila do século XIX), agora fechada com tábuas, está disponível para conferências e casamentos, com mobiliário de época e a marca Silvergruva. O “Gruvstallet” (o estábulo dos cavalos) é um albergue da juventude e o B&B da STF, onde os hóspedes se hospedam para estarem perto de tudo.
Atrações práticas hoje:
– Visitas guiadas às minas: Diversas opções de percursos e durações (alguns incluem uma pequena descida por escada, outros permanecem acima da água). Os guias usam capacetes de mineiro com lanternas. (Passeios em inglês podem ser reservados mediante solicitação.)
– Passeio de barco: Passeio de barco subterrâneo a 700 metros de profundidade em um lago escuro a 60 metros de profundidade (disponível sazonalmente; cerca de 1 hora).
– Mergulho em cavernas: Mergulhadores certificados podem reservar mergulhos nos lagos cristalinos da mina durante todo o ano (com um operador de mergulho local).
– Atividades acima do solo: Tirolesas, percursos de arvorismo, trilhas para caminhadas ao redor das represas e um campo de golfe no local, a 10 km de distância.
– Pousada STF Silvergruva: Acomodações aconchegantes em um albergue nas antigas residências dos trabalhadores da mina (Drottning Christinas väg 16).
– Restaurantes locais: Um café no local serve pratos suecos substanciosos e produtos de panificação, e a cidade vizinha de Sala possui vários restaurantes (incluindo uma tradicional defumadora e uma padaria local).
Para os aventureiros decepcionados com o fechamento de Sala, existem inúmeras outras hospedagens extraordinárias: algumas subterrâneas, muitas na Suécia e ainda mais espalhadas pelo mundo. Abaixo, alguns destaques e comparações: