Erros que cometemos quando viajamos para o exterior

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Viajar é uma liberação emocionante do cotidiano, uma oportunidade de aprender sobre outras culturas e uma fórmula para memórias para a vida toda. Mesmo os globetrotters experientes, no entanto, podem ser vítimas de erros comuns que podem tornar uma viagem dos sonhos uma experiência desagradável.

Até mesmo viajantes bem preparados cometem erros em viagens internacionais. Uma pesquisa recente da PhotoAiD revelou que 87% dos americanos admitiram ter cometido pelo menos um erro em viagens internacionais, com prejuízos que geralmente variam de US$ 2.000 a US$ 3.000. Esses erros variam de pequenos descuidos na hora de arrumar as malas a grandes problemas com vistos. Este guia — baseado em dados do setor de viagens e em experiência própria — explora os 27 erros de viagem mais caros, explica por que eles acontecem e mostra como evitá-los ou se recuperar deles. Os leitores encontrarão dicas atualizadas (sobre tecnologias como eSIMs e aplicativos de tradução), comentários de especialistas e listas de verificação práticas para garantir viagens tranquilas e seguras.

Uma pesquisa de viagens de 2022 destaca os principais erros que os turistas cometem no exterior, como não verificar os requisitos de entrada e presumir que os moradores locais falam inglês. Por exemplo, 66% dos entrevistados escolheram destinos por suas vistas "instagramáveis", muitas vezes ignorando as condições locais. Cada erro acarreta um custo financeiro e emocional (frequentemente acima de US$ 1.000), portanto, antecipá-los pode economizar dinheiro e evitar transtornos. Este artigo examina cada erro categoria por categoria, do planejamento à recuperação, capacitando os leitores a viajar com mais sabedoria.

Índice

Erros comuns no planejamento de viagens

Erros de preparação causam muitos problemas antes da partida. Falhas críticas incluem ignorar as regras de passaporte e visto, não contratar um seguro e fazer as malas de forma inadequada. Corrigir esses erros com antecedência cria a base para uma viagem mais tranquila.

Não verificar os requisitos de validade do passaporte

Muitos países exigem que o passaporte do viajante tenha validade de pelo menos seis meses após a data de retorno. Às vezes, os viajantes só se atentam a isso quando já é tarde demais. Comece verificando a data de validade e os prazos de renovação do seu passaporte (a renovação normal pode levar de 6 a 8 semanas). Observe que alguns destinos também exigem um número mínimo de páginas em branco para os carimbos de entrada. Sempre verifique os requisitos para cada destino. todo país em seu itinerário, incluindo países de trânsito.

Informações práticas: Muitos destinos populares (por exemplo Brasil, Tailândia, Egito, IndonésiaEm alguns países, o passaporte deve ter validade de 6 meses. Se for viajar para lá, renove-o com pelo menos 3 meses de antecedência. Você pode encontrar as regras específicas de cada país em sites governamentais de viagens, como travel.state.gov, ou nas páginas oficiais das embaixadas.

Ignorar os requisitos de visto até o último minuto

As regras de visto variam muito de acordo com a nacionalidade e o destino. Algumas nações (por exemplo) Rússia, China, Índia, BrasilAlguns países exigem vistos obtidos com semanas ou meses de antecedência, enquanto outros permitem a obtenção de visto na chegada. Um erro comum é esperar até semanas antes da viagem para perceber que precisa de visto. Para evitar isso, verifique os requisitos de entrada mais recentes assim que o seu destino for definido. Considere todas as paradas do itinerário (mesmo as conexões) — alguns países exigem visto de trânsito mesmo que você não saia do aeroporto.

Nota de planejamento: Informe-se com bastante antecedência sobre as regras de visto específicas para o seu passaporte. Muitos países disponibilizam informações sobre os tipos de visto e os prazos de processamento nos sites oficiais das embaixadas. Perder o prazo para a obtenção do visto pode resultar no cancelamento ou atraso da viagem.

Economizar dinheiro ao não contratar um seguro de viagem

Recusar o seguro de viagem pode ser um tiro pela culatra. Emergências médicas internacionais, evacuações ou cancelamentos de viagens no exterior podem custar dezenas de milhares de dólares. Por exemplo, um voo de maca da Ásia para os EUA pode ultrapassar US$ 100.000. Em comparação, os prêmios de seguro de viagem geralmente representam apenas alguns por cento do custo da viagem. Para uma viagem de US$ 5.000, o seguro pode custar apenas US$ 200 a US$ 500.

O seguro pode cobrir despesas médicas de emergência, interrupção de viagem, extravio de bagagem e evacuação. Mesmo que você seja jovem e saudável, doenças ou acidentes acontecem. Atividades de aventura (como mergulho ou trilhas) geralmente exigem cobertura especial. Para escolher com sabedoria, compare as apólices em relação aos limites de cobertura e exclusões (por exemplo, condições preexistentes, atividades).

Dica privilegiada: Um pequeno acréscimo no valor do seguro pode representar uma economia de milhares de dólares. Por exemplo, um seguro de viagem com cobertura médica costuma custar cerca de US$ 5 por dia. Verifique se seu plano de saúde ou cartão de crédito oferece alguma cobertura, mas não presuma que seja suficiente.

Reservas não reembolsáveis.

Na busca por economia, muitos viajantes reservam voos, hotéis e passeios totalmente não reembolsáveis ​​— e acabam sofrendo grandes prejuízos quando os planos mudam. Em uma pesquisa, 65% dos viajantes relataram ter sido afetados por esse erro. Circunstâncias da vida (doença, trabalho ou atrasos em voos) podem forçar cancelamentos. Tarifas flexíveis geralmente são apenas 10 a 20% mais caras do que as tarifas não reembolsáveis; esse custo extra é uma garantia contra grandes perdas. Alguns cartões de crédito também oferecem proteção contra cancelamento de viagem como benefício. Para reservas importantes, procure opções de "cancelamento gratuito" ou reembolso, especialmente se seus planos não forem definitivos.

Dica privilegiada: Ao reservar com pontos ou milhas, muitas companhias aéreas permitem alterações de datas ou cancelamentos com taxas mínimas. Leia sempre atentamente as políticas de cancelamento e considere adicionar a opção de "cancelamento por qualquer motivo" caso seus planos sejam particularmente incertos.

Não pesquisar o seu destino

A estética ou o preço, por si só, não contam toda a história. Ignorar a pesquisa pode levar a fechamentos inesperados, áreas inseguras ou escolhas de datas inoportunas. Por exemplo, 66% dos viajantes entrevistados admitiram escolher destinos pela aparência no Instagram, muitas vezes ignorando fatores práticos. Em vez disso, verifique a previsão do tempo (as temporadas de monções ou furacões podem arruinar uma viagem), feriados e eventos locais (que podem fechar atrações ou aumentar os preços) e os alertas de viagem do governo para garantir a segurança. Consulte guias de bairro e opções de transporte com antecedência. Mesmo uma rápida olhada nas notícias locais pode revelar distúrbios civis ou greves que podem afetar as viagens.

Dica privilegiada: Utilize diversas fontes para obter informações sobre o destino. Avisos de viagem oficiais (como os do governo estadual e de ministérios das relações exteriores), fóruns de expatriados e blogs de viajantes recentes podem revelar condições que um guia turístico oficial pode não mencionar.

Excesso de bagagem

Levar muita bagagem aumenta o estresse e os custos. Viajantes admitem que o excesso de bagagem é o principal erro físico. Lembre-se: a maioria dos lugares tem lavanderias ou lojas de roupas. Uma mala menor e mais leve permite que você se movimente com mais liberdade. Opte por um guarda-roupa cápsula – peças versáteis em cores neutras – e leve apenas o essencial. Use organizadores de mala para economizar espaço e manter tudo organizado. A consultora de viagens Emma Davis observa que os quartos de hotel na Europa costumam ser pequenos (até um terço menores do que nos EUA, em média), então uma mala grande demais pode ser um incômodo. Aliás, muitos viajantes experientes agora conseguem fazer viagens de várias semanas apenas com bagagem de mão.

Informações práticas: Organize sua bagagem por categoria (roupas, artigos de higiene pessoal, eletrônicos) e disponha tudo sobre a cama. Depois, divida ao meio. Para os itens de higiene pessoal, lembre-se de que muitos deles você já tem em casa – leve apenas o que for difícil de substituir. Deixe itens volumosos (como secadores de cabelo) em casa; a maioria das acomodações os fornece ou você pode usar um adaptador de viagem compacto.

Erros financeiros e de pagamento

A má gestão financeira no exterior leva a perdas evitáveis. Os principais erros incluem escolhas inadequadas de câmbio, problemas com cartões bancários e falta de um plano B para pagamentos. Saber como lidar com dinheiro internacionalmente pode poupar-lhe centenas de dólares e muita frustração.

Câmbio de moeda no aeroporto

As casas de câmbio nos aeroportos atraem viajantes com a conveniência, mas quase sempre os enganam com taxas desfavoráveis. As alegações de "sem comissão" são frequentemente enganosas – as taxas anunciadas estão bem acima do mercado. O Bankrate alerta que trocar dinheiro nos aeroportos pode custar de 5 a 10% a mais do que opções melhores. Por exemplo, uma troca de US$ 1.000 em um quiosque do aeroporto pode render de US$ 50 a US$ 100 a menos do que em um caixa eletrônico ou banco local. Em vez disso, saque dinheiro em um caixa eletrônico de um banco no seu destino (com taxas baixas) ou troque dinheiro no seu banco antes da partida. Limite o troco no aeroporto a um valor muito pequeno, apenas para as despesas iniciais.

Dica privilegiada: Baixe um aplicativo de conversão de moedas antes de viajar. E verifique as taxas de câmbio médias de mercado em sites como o Google ou o XE.com antes de trocar dinheiro para saber o valor real.

Não avisar o seu banco antes de viajar

Um erro comum é não avisar o banco ou a operadora do cartão de crédito sobre a viagem. Na ânsia de prevenir fraudes, muitos bancos bloqueiam cartões usados ​​em destinos estrangeiros inesperados. Para evitar o bloqueio da sua conta durante as férias, use a ferramenta de aviso de viagem do seu banco (geralmente disponível no aplicativo ou online). Liste todos os países e datas da viagem. Se houver vários destinos, atualize o aviso caso adicione novas paradas. Leve pelo menos dois cartões diferentes (crédito e débito) caso um deles seja bloqueado. Por fim, anote o número de atendimento internacional do seu banco e o número de emergência para fraudes da sua operadora de cartão, caso precise reativar o serviço no exterior.

Dica privilegiada: Alguns bancos (como o Capital One) agora usam sistemas de detecção de fraude mais inteligentes e não exigem aviso prévio, mas ainda é prudente tomar precauções. Uma ligação rápida ou uma alteração no aplicativo pode evitar grandes dores de cabeça se você precisar de dinheiro com urgência no exterior.

Ignorando as taxas de transação estrangeira

Muitos viajantes não percebem como taxas de 1 a 3% se acumulam rapidamente. De acordo com um estudo, a taxa média de transação internacional em cartões de crédito é de cerca de 2,6% de cada compra. Fazer compras ou jantar no exterior durante um mês com um cartão que cobra taxas pode facilmente adicionar de US$ 50 a US$ 100 a um gasto de US$ 2.000. Para evitar esse custo oculto, use cartões de crédito que isentam taxas de transação internacional (cartões populares para viagens costumam oferecer essa opção). Antes de viajar, ligue para a sua operadora para confirmar se há alguma taxa. Observe que alguns comerciantes tentam incluir essa taxa mesmo em transações com cartão de débito ou saques em caixas eletrônicos. Sempre verifique seus extratos durante a viagem.

Informações práticas: Alguns cartões de débito também têm altas taxas para saques em caixas eletrônicos no exterior. Procure por cartões (geralmente cartões de crédito com benefícios para viagens) que reembolsem as taxas de saques em caixas eletrônicos no mundo todo. Mantenha pelo menos um cartão de crédito sem taxas internacionais e um cartão de débito na sua carteira.

Guardando todo o seu dinheiro em um só lugar.

Guardar todo o dinheiro (e cartões) juntos é um convite ao desastre. Turistas são alvos fáceis para batedores de carteira, especialmente em áreas movimentadas ou terminais de transporte. Em vez disso, distribua seu dinheiro e cartões: mantenha reservas de emergência no cofre do hotel ou em uma bolsinha escondida e carregue apenas o necessário para o dia. Use pochetes, bolsos internos escondidos ou bolsas de pescoço sob a roupa. A regra de ouro: se um batedor de carteira agir, você ainda deve ter reservas e documentos de identificação em segurança.

Nota de planejamento: Guarde cópias do seu passaporte, cartões de crédito e informações do seguro em uma bolsa separada ou em um serviço de armazenamento em nuvem. Dessa forma, se sua carteira for roubada, você ainda poderá se identificar e pedir ajuda.

Cair na armadilha da conversão dinâmica de moedas.

Em caixas eletrônicos ou terminais de pagamento no exterior, você pode se deparar com a pergunta “Cobrar em USD?”. Isso se chama conversão dinâmica de moeda (DCC). Parece conveniente, mas te prende a uma taxa de câmbio muito desfavorável (geralmente de 3% a 5% pior) e normalmente adiciona taxas extras. Sempre recuse a DCC e opte por pagar na moeda local. A operadora do seu cartão fará a conversão com uma taxa melhor. Se o menu do caixa eletrônico não oferecer uma opção clara, cancele a transação e tente outro caixa eletrônico.

Dica privilegiada: Muitos viajantes se confundem com as instruções confusas dos caixas eletrônicos. Lembre-se: se você vir uma opção em dólares em vez da moeda local, escolha a moeda local Para evitar custos ocultos.

Não ter um método de pagamento alternativo

Um único cartão de débito ou crédito não é suficiente. Os leitores de cartão podem falhar, os cartões podem ser retidos em caixas eletrônicos ou as redes podem ficar fora do ar. Leve sempre um cartão adicional. pelo menos Leve dois cartões de crédito de bandeiras diferentes (por exemplo, um Visa e um MasterCard). Guarde-os em locais separados (um na carteira e outro na bagagem). Também leve um pouco de moeda local caso os cartões não funcionem. Em alguns destinos (como pequenas ilhas ou partes da Ásia), os caixas eletrônicos podem aceitar apenas uma bandeira ou nenhuma. Por exemplo, nas Filipinas, dinheiro em espécie é essencial fora das grandes cidades. Ter uma reserva significa que você nunca ficará sem dinheiro.

Dica privilegiada: Considere um cartão de viagem pré-pago ou uma pequena reserva de moeda forte (como USD ou EUR) como último recurso. Mesmo assim, divida esse dinheiro em duas quantias em locais diferentes para que a perda de um montante não comprometa todo o seu orçamento.

Erros em Tecnologia e Conectividade

Os viajantes modernos muitas vezes não sabem usar a tecnologia corretamente. Dois grandes problemas são o acesso a dados e energia; outro é o uso de serviços não seguros. Planejar com antecedência a conectividade e o fornecimento de energia pode evitar surpresas desagradáveis ​​na conta e violações de segurança.

Ignorando as tarifas de roaming móvel

Usar seu plano de dados residencial no exterior sem um pacote de roaming pode resultar em uma conta telefônica exorbitante. Um caso famoso envolveu um viajante que recebeu uma conta de US$ 143.000 por uma curta viagem pela Europa. Não deixe que isso aconteça com você. Antes de viajar, verifique se sua operadora oferece um plano internacional (muitas oferecem, mediante uma taxa diária ou mensal) ou considere soluções com um chip SIM temporário. Por padrão, coloque seu celular no modo avião e use Wi-Fi. Monitore seu consumo de dados (muitos celulares mostram o consumo de dados por aplicativo) para evitar custos ocultos de sincronização.

Informações práticas: O uso de dados internacionais por operadoras americanas pode custar de US$ 10 a US$ 20 por dia para uso limitado. Se você viaja com frequência, um plano com opções de uso internacional (como o T-Mobile Magenta ou os passes diários da Vodafone) pode ser mais barato do que o roaming pago por uso.

Não configurar um eSIM ou SIM local

Conectar-se de forma barata e segura nunca foi tão fácil. Os cartões SIM pré-pagos locais em aeroportos ou quiosques urbanos geralmente oferecem tarifas muito melhores do que o roaming internacional, embora você precise de um telefone desbloqueado. Se comprar um SIM no aeroporto, o preço pode ser um pouco mais alto; para obter o melhor preço, procure uma loja ou revendedor local. Como alternativa, um eSIM é um SIM digital que você pode comprar online e instalar instantaneamente. A GSMA relata que 51% dos usuários de eSIM o utilizam durante viagens. Antes da sua viagem, verifique se o seu telefone é compatível com eSIMs (muitos iPhones e Google Pixels novos são). Os planos de eSIM podem ser adquiridos com dados para um país ou com cobertura em várias regiões.

Dica privilegiada: Alguns aplicativos (como Airalo ou Holafly) vendem planos eSIM globais. Compare preços e quantidades de dados. Lembre-se de baixar e ativar o eSIM antes de perder o acesso à internet.

Utilizando Wi-Fi público não seguro

O Wi-Fi gratuito em hotéis, cafés ou aeroportos pode ser conveniente, mas geralmente é inseguro. Hackers podem interceptar qualquer coisa que você envie por uma rede aberta. A Travel+Leisure alerta que isso é “Uma das piores coisas que você pode fazer em um aeroporto”Tarefas sensíveis, como acessar serviços bancários online ou arquivos de trabalho, nunca devem ser realizadas em redes Wi-Fi públicas. Em vez disso, use o ponto de acesso do seu celular (roteador Wi-Fi) ou aguarde uma rede segura. Se precisar usar Wi-Fi público, utilize uma VPN para criptografar sua conexão. Especialistas em segurança também recomendam desativar o compartilhamento de arquivos e as conexões automáticas em seus dispositivos.

Informações práticas: Uma pesquisa da Forbes Advisor revelou que cerca de 40% dos americanos tiveram seus dados pessoais comprometidos por meio de redes Wi-Fi públicas. Sempre utilize um aplicativo VPN em seu celular ou computador quando estiver em redes desconhecidas e acesse apenas sites com protocolo HTTPS.

Esquecendo os adaptadores de energia universais

Cada país tem tomadas com formatos e voltagens diferentes. Esquecer o adaptador significa que seus dispositivos não carregarão. Não conte com a compra de um adaptador de última hora – as lojas nos aeroportos cobram de duas a três vezes o preço normal. Antes de viajar, compre um adaptador universal de qualidade (idealmente com várias portas USB) que seja compatível com os tipos de tomada do seu destino (por exemplo: Tipo A/B na América do Norte e Japão, Tipo C/E/F na Europa, Tipo G no Reino Unido, etc.). Verifique também a voltagem dos seus aparelhos eletrônicos (a maioria dos carregadores modernos funciona com 100-240V, mas alguns aparelhos mais antigos não). Um carregador compacto com várias portas pode carregar seu celular e câmera com uma única tomada.

Dica privilegiada: Faça uma lista dos tipos de tomadas para cada país. É muito mais barato comprar um adaptador universal antes da viagem do que procurar em lojas no exterior.

Erros em Transporte e Logística

A logística pode determinar o sucesso ou o fracasso de uma viagem. Conexões apressadas, erros de transporte e confusão com fusos horários frequentemente levam a voos perdidos, custos inesperados ou problemas com o jet lag. Um planejamento cuidadoso é fundamental.

Esquecendo os adaptadores de energia universais

Um número impressionante de 64,8% dos viajantes admitiu reservar voos com tempo de conexão insuficiente. Conexões apertadas não deixam margem para atrasos, longas filas de segurança ou imigração obrigatória. Para conexões internacionais, reserve pelo menos 2 a 3 horas: após o pouso, você passará pela imigração, recolherá as bagagens despachadas, fará o novo check-in (se necessário) e passará pela segurança novamente. Conexões domésticas ainda se beneficiam de 1,5 a 2 horas de tempo, caso os terminais sejam distantes uns dos outros. Quando possível, reserve todos os voos em uma única passagem com a mesma companhia aérea ou aliança – dessa forma, a companhia aérea se responsabiliza por realocá-lo caso um atraso o faça perder a conexão.

Nota de planejamento: For short layovers (<2 hours) consider “self-transfer” risks. Research the minimum connection time at each airport (airline websites often list them) and opt for longer layovers if any doubt.

Não planeje o transporte do aeroporto para o hotel.

O momento do desembarque é quando você está mais cansado e desorientado — e é quando os golpes costumam acontecer. Muitos turistas são alvos de taxistas ou operadores de transporte que cobram preços abusivos. Para evitar isso, pesquise suas opções de transporte terrestre com antecedência. Algumas cidades oferecem ônibus ou trens pré-pagos e seguros para o aeroporto. Caso contrário, use um aplicativo de transporte confiável (Uber, equivalentes locais) ou combine um traslado do hotel. Verifique as tarifas médias online para saber o preço justo. Se precisar usar um táxi, combine o trajeto e o valor da corrida antecipadamente, insista no taxímetro ou confirme o preço fixo com a empresa.

Dica privilegiada: Em alguns países (como México e Tailândia), é comum pagar antecipadamente o traslado do aeroporto online, através do hotel ou de um serviço como o Klook. Isso garante um preço justo e um motorista cadastrado, reduzindo o risco de negociações ou desvios.

Mal-entendidos sobre as diferenças de fuso horário

Erros de fuso horário podem causar pânico. Exemplos incluem chegar um dia antes a um evento ou perder um voo. Sempre verifique o horário local ao reservar e ao viajar. Preste atenção se o seu voo cruzar a Linha Internacional de Data. Uma dica: use o relógio mundial do seu celular para acompanhar os horários de partida e chegada em ambos os fusos horários. Confirme também para qual aeroporto você está voando se uma cidade tiver vários aeroportos (por exemplo, “Paris (CDG)” em vez de “Paris (ORY)”). Configurar alarmes para os horários de partida e local pode evitar confusões.

Dica privilegiada: Em caso de dúvida, confirme todos os horários entrando em contato com as companhias aéreas ou hotéis (e esclareça se o horário em passagens internacionais é AM/PM, caso esteja ambíguo).

Não pesquisar opções de transporte local

Ao chegar à cidade de destino, ignorar o transporte público local significa gastar demais ou perder a melhor parte da viagem. Muitos turistas optam por táxis em todos os lugares e acabam pagando caro. Em vez disso, verifique se o transporte público (metrô, ônibus, bondes) é eficiente e fácil de usar. Baixe aplicativos de transporte locais (Citymapper, Rome2Rio, aplicativos de metrô locais) antes de viajar. Para viagens de vários dias, verifique se os passes diários (como o Oyster em Londres ou o EZ-Link em Singapura) oferecem descontos. Alguns aplicativos de transporte por aplicativo podem não funcionar internacionalmente, então procure saber qual é o equivalente local (por exemplo, Grab no Sudeste Asiático, Ola na Índia). Em áreas rurais, considere alugar um carro ou uma bicicleta se as opções de transporte público forem escassas, mas somente se você pesquisar as regras de trânsito locais primeiro.

Dica privilegiada: Em muitas grandes cidades (como Tóquio, Seul e Berlim), os passes diários ou cartões de transporte turístico oferecem viagens ilimitadas por um preço fixo. Geralmente, o investimento se paga após 2 ou 3 viagens e eles são fáceis de comprar no aeroporto ou nas estações de trem.

Erros de saúde e segurança

Negligenciar a saúde e a segurança pode arruinar rapidamente uma viagem. Esta seção aborda precauções essenciais para se manter saudável e evitar perigos no exterior.

Ignorar as vacinas obrigatórias

Ignorar as vacinas é um risco considerável. Alguns destinos exigem legalmente comprovante de certas vacinas (como o certificado de vacinação contra febre amarela para algumas regiões da África e da América do Sul). Outros podem não exigir estritamente, mas doenças endêmicas (tifo, hepatite A, etc.) representam riscos reais. Um viajante que não tomou a vacina contra febre tifoide chegou a passar semanas internado em um hospital na Índia com febre alta. Visite uma clínica de saúde do viajante de 4 a 6 semanas antes da partida para tomar as vacinas recomendadas e os comprimidos contra malária (se necessário). Como observa o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), todos os viajantes devem estar com a vacinação em dia (como a vacina contra o sarampo) antes de sair de casa. Mantenha seu comprovante de vacinação à mão; ele pode ser verificado nas fronteiras ou em clínicas.

Dica privilegiada: Mesmo que não sejam obrigatórias, certas vacinas (como a da hepatite A, a da febre tifoide ou reforços de rotina) podem prevenir semanas de desconforto. Leve sempre consigo uma cópia da sua carteira de vacinação.

Beber água da torneira onde ela não é segura.

Consumir água contaminada é uma das principais causas de doenças em viajantes. Mesmo ações simples como escovar os dentes ou comer saladas lavadas com água da torneira podem desencadear diarreia grave, desidratação ou hepatite A. Na dúvida, beba apenas água engarrafada ou tratada. Use água engarrafada para escovar os dentes e fazer gelo, e evite alimentos crus lavados com água da torneira. Pastilhas de filtragem ou purificação podem ajudar em situações de risco, mas apenas se você souber como usá-las corretamente. Lembre-se de que a qualidade da água pode mudar diariamente, portanto, verifique as recomendações mais recentes para cada cidade que visitar (por exemplo, alguns lugares podem ter avisos temporários de fervura da água).

Informações práticas: As páginas de viagem específicas para cada país do CDC geralmente mencionam a segurança da água (CDC.gov/Travel). Considere levar uma pequena garrafa de água reutilizável com filtro embutido para maior praticidade.

Desconhecer os golpes turísticos mais comuns

Golpistas costumam visar turistas desavisados. Um golpe clássico é o "esbarrão e furto" em estações lotadas: um estranho "acidentalmente" te empurra para furtar sua carteira. Outros golpes comuns incluem táxis falsos com preços exorbitantes, petições falsas para doações ou brindes "gratuitos" (como uma pulseira) que repentinamente vêm acompanhados de taxas altas. Alguns golpes são específicos de determinadas regiões – por exemplo, golpes com passeios de tuk-tuk no Sudeste Asiático. A melhor defesa é estar atento: pesquise os golpes conhecidos em cada destino (fóruns de viagem e guias turísticos costumam listá-los). Desconfie de estranhos que parecem excessivamente prestativos e proteja seus pertences. Se algo parecer suspeito (uma oferta boa demais para ser verdade ou um vendedor insistente), provavelmente é.

Perspectiva local: Em Bangkok, um guia aconselha os turistas a nunca aceitarem ofertas de "aula de boxe tailandês" na rua; quase sempre termina com uma visita forçada a lojas e pressão para comprar lembrancinhas. Conhecer esses golpes locais com antecedência pode evitar transtornos.

Não fazer cópias de documentos importantes

Perder o passaporte ou outros documentos no exterior é estressante. Em caso de roubo, você precisará de um boletim de ocorrência na polícia local e de uma visita à embaixada para obter uma segunda via. Reduza o transtorno mantendo cópias digitais e físicas. Tire uma foto nítida ou faça uma digitalização da página de identificação do seu passaporte, das páginas do visto, do seguro de viagem e do itinerário, e envie-as para o seu próprio e-mail ou armazene-as em um serviço seguro na nuvem. Guarde também uma cópia impressa separada em um envelope trancado ou no cofre do hotel. Se seus documentos forem extraviados, você poderá usar as cópias para comprovar sua identidade e agilizar a emissão de novos documentos. As embaixadas dos EUA podem emitir um passaporte de emergência válido por até um ano em caso de perda. Estar preparado significa não ficar sem nenhum documento de identificação.

Dica privilegiada: Guarde um cartão de crédito extra e um pouco de dinheiro em um bolso escondido (por exemplo, no fundo da mala) caso sua carteira seja roubada. Dessa forma, você ainda poderá pagar por um hotel ou refeições de emergência.

Erros Culturais e Sociais

Deslizes culturais podem ofender os locais ou causar constrangimento. Respeito e curiosidade são fundamentais. Esta seção destaca erros de etiqueta evitáveis.

Esperar que todos falem inglês

Presumir que o inglês será amplamente compreendido é um erro frequente; em uma pesquisa, 67% dos turistas americanos disseram ter caído nessa expectativa. Os moradores locais podem saber um pouco de inglês em grandes cidades, mas em cidades menores ou países não anglófonos, isso pode levar à confusão e até mesmo ao ressentimento. Em vez disso, aprenda algumas frases básicas (olá, obrigado, por favor, com licença, você fala inglês?). Leve um guia de conversação ou use um aplicativo de tradução; mesmo um rápido "Hola" ou "Bonjour" demonstra respeito. A comunicação não verbal também importa: cumprimentos, acenos de cabeça e sorrisos transcendem as barreiras linguísticas.

Dica privilegiada: O Google Tradutor permite baixar idiomas para uso offline. Pratique algumas frases educadas antes de viajar. Muitas vezes, os moradores locais apreciam qualquer esforço para superar a barreira do idioma.

Ignorar os costumes e a etiqueta locais

Cada cultura tem normas diferentes. O que é normal em casa pode ser considerado rude no exterior. Por exemplo, vestir-se com modéstia é crucial ao visitar templos na Tailândia ou mesquitas no Oriente Médio – ombros e joelhos cobertos. Os costumes em relação às gorjetas variam: no Japão, dar gorjeta pode ser ofensivo, enquanto nos EUA é esperado. Gestos podem ser mal interpretados (um sinal de positivo com o polegar é positivo na maioria dos lugares, mas considerado rude em alguns países do Oriente Médio). Pesquise essas nuances com antecedência. Guias de viagem ou fóruns locais podem alertá-lo sobre costumes importantes: como tirar os sapatos em ambientes fechados em muitos países asiáticos ou a etiqueta em filas. Ser culturalmente sensível não só evita ofensas, como também costuma levar a interações mais cordiais com os moradores locais.

Perspectiva local: Uma professora de espanhol em Madri observou que os madrilenos apreciam quando os visitantes dizem “¿Me permite?” (“Posso?”) antes de entrar em lojas ou salas, pois isso demonstra educação. Esse pequeno gesto pode gerar sorrisos e um bom atendimento.

Sobrecarregar seu itinerário

Tentar encaixar todos os pontos turísticos em uma programação apertada geralmente é contraproducente. Um estudo revelou que mais da metade dos viajantes a negócios negligenciam o descanso, e os turistas a lazer podem ser igualmente ambiciosos. Dias repletos de atividades do amanhecer ao anoitecer não deixam espaço para descobertas espontâneas e levam à exaustão. Em vez disso, planeje uma ou duas atividades principais por dia e deixe intervalos para relaxar ou explorar. Leve em consideração o tempo de deslocamento entre os pontos turísticos (o trânsito e as filas de segurança podem ser imprevisíveis). Um roteiro flexível — com algumas tardes livres — permite que a serendipidade aconteça. Lembre-se de que algumas das melhores lembranças de viagem vêm de momentos não planejados, como conversar com um morador local ou descobrir uma feira de rua, então reserve um tempo para essas experiências.

Dica privilegiada: Inclua uma pausa para descanso ou "sesta" ao meio-dia em roteiros longos, especialmente em climas quentes. Uma pequena pausa não só previne a fadiga, como também lhe dá energia para as atividades noturnas ou para aproveitar a vida noturna.

Recuperação de erros: o que fazer quando as coisas dão errado

Quando erros acontecem, agir rapidamente minimiza os danos. Aqui estão algumas medidas para lidar com crises comuns em viagens:

  • Passaporte perdido: Entre em contato com a embaixada ou consulado dos EUA mais próximo. Provavelmente, você precisará registrar um boletim de ocorrência na polícia local e preencher formulários. As missões diplomáticas dos EUA podem emitir um passaporte de emergência com validade limitada (válido por até um ano) para que você possa continuar sua viagem. Ao retornar para casa, troque-o por um passaporte com validade completa.
  • Cartões bloqueados ou perdidos: Se um cartão for bloqueado, ligue para a linha de suporte internacional do seu banco (que você anotou antes da viagem). Muitos bancos têm linhas de atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana, para viagens. Solicite o desbloqueio ou o envio de um cartão de substituição. Use cartões de reserva enquanto isso. Se todos os cartões falharem, muitos bancos podem providenciar dinheiro emergencial por meio da Western Union ou de um parceiro.
  • Voo perdido ou cancelado: Primeiramente, converse calmamente com a companhia aérea ou o agente de viagens. Se você tiver uma única passagem, a maioria das companhias aéreas fará a remarcação do seu voo sem custo adicional (embora você possa ter que esperar pelo próximo assento disponível). Se as passagens forem separadas, você precisará comprar uma nova; guarde os recibos, caso tenha seguro viagem, pois muitas apólices reembolsam os custos de conexões perdidas. Sempre guarde a documentação referente a atrasos ou cancelamentos (cartões de embarque, avisos).
  • Emergência médica: Contate imediatamente a linha de emergência da sua seguradora de viagem para obter aconselhamento e pré-aprovação. Eles podem recomendar médicos ou hospitais que falam inglês. Mantenha à mão uma lista com os números de emergência locais e os telefones de emergência da embaixada. Se precisar de cuidados médicos significativos, o seguro pode cobrir a evacuação médica; não assine o termo de responsabilidade sem confirmar a cobertura. Informe familiares ou contatos sobre sua situação, conforme necessário.

Informações práticas: Tenha sempre na carteira um cartão de emergência simples com os contatos de casa, o número da sua apólice de seguro e os números de emergência locais de cada país (o 000 não é universal; por exemplo, o 112 é válido em toda a União Europeia, mas cada país tem o seu próprio). Isso pode agilizar o socorro caso você não consiga se comunicar.

Lista de verificação pré-viagem: sua ferramenta para evitar erros

Ter uma lista de verificação estruturada transforma essas dicas em ação. Idealmente, revise e marque os itens concluídos nos seguintes intervalos:

  • 6 a 8 semanas antes da partida: Verifique a validade do passaporte e renove-o, se necessário. Informe-se sobre os requisitos de visto e faça a solicitação. Visite uma clínica de viagens para saber quais vacinas são recomendadas. Contrate um seguro de viagem e revise os detalhes da apólice. Compre os eletrônicos necessários (adaptadores, carregador portátil).
  • 3 a 4 semanas antes: Combine os avisos de viagem com os bancos e operadoras de cartão de crédito. Encomende moeda estrangeira ou avise os bancos para obter acesso a caixas eletrônicos. Reserve traslados do aeroporto ou faça a pré-reserva de planos de celular locais (SIM/eSIM). Verifique a previsão do tempo e finalize sua lista de itens para levar na mala.
  • 1 a 2 semanas antes: Confirme os detalhes do voo/hotel e faça o check-in online. Faça cópias de todos os documentos importantes (e guarde-as digitalmente). Baixe aplicativos de viagem (mapas, tradutores, aplicativos de transporte). Avise amigos e familiares sobre seu itinerário.
  • Dia de viagem: Certifique-se de levar na bagagem de mão apenas o essencial (passaporte, carteira, carregadores). Desative o roaming de dados e ative o modo avião ao chegar. Leve na carteira apenas o necessário; guarde o dinheiro extra na bagagem despachada.

Informações práticas: Compilamos uma lista de verificação imprimível com todos os 27 erros acima. (Exemplos de itens: “Levar um saco plástico com fecho hermético para líquidos”, “Baixar mapas offline”, “Confirmar reservas de hotel por escrito”). Use esta lista como um guia de verificação final para garantir que não falte nada antes do seu voo.

Perguntas frequentes

Qual é o erro de viagem mais comum? Uma pesquisa revelou que o erro mais comum é ignorar os requisitos de entrada atualizados (como as restrições da COVID-19) – embora, a partir de 2026, a maioria das regras relacionadas à COVID-19 tenha sido suspensa. Entre os problemas mais duradouros, muitos viajantes deixam de verificar os vistos adequadamente, presumindo que podem lidar com isso de última hora. Culturalmente, 67% dos americanos admitiram esperar que todos falem inglês. Na prática, a falta de pesquisa sobre os requisitos básicos de um destino (validade do passaporte, necessidade de visto, recomendações de segurança) é a raiz de muitos problemas. Sempre comece a planejar com antecedência, consultando informações atualizadas no site do governo do seu país.

Qual é o custo médio de erros de viagem? O mesmo estudo de 2022 citado anteriormente estimou que erros de viagem custam, em média, entre US$ 2.000 e US$ 3.000 por pessoa. Esse valor inclui despesas como taxas de remarcação, contas médicas, perda de pertences e multas. O impacto exato depende do erro: um único voo perdido pode custar algumas centenas de dólares, enquanto uma doença não tratada pode facilmente resultar em milhares de dólares em custos com tratamento médico e evacuação. O seguro pode compensar grandes custos, e é por isso que, muitas vezes, vale a pena pagar o prêmio.

O que devo fazer se perder meu passaporte no exterior? Entre em contato imediatamente com a embaixada ou consulado dos EUA mais próximo (pesquise em usembassy.gov). Eles o ajudarão a comunicar a perda, preencher o formulário DS-11 (pedido de substituição) e fornecer um passaporte de emergência. De acordo com o Departamento de Estado, você pode obter um passaporte com validade limitada de até um ano para que possa continuar sua viagem. Registre também um boletim de ocorrência na polícia local, se necessário (isso ajuda a prevenir roubo de identidade). Mantenha fotos e cópias extras do passaporte à mão para agilizar o processo.

Preciso de seguro de viagem para viagens internacionais? É altamente recomendável. O seguro de viagem pode cobrir atendimento médico de emergência, cancelamento de viagem, extravio de bagagem e muito mais. Assistência médica internacional é cara; mesmo uma perna quebrada ou uma doença grave no exterior pode custar mais de US$ 20.000. Os prêmios do seguro geralmente representam apenas alguns por cento do custo total da viagem. Se a sua viagem incluir reservas não reembolsáveis ​​ou atividades de risco (trilhas, mergulho), o seguro pode economizar milhares de dólares. Se você optar por não contratar um seguro, verifique se seu plano de saúde ou cartão de crédito oferece alguma cobertura no exterior, mas leia as letras miúdas com atenção.

Com quanta antecedência devo reservar voos internacionais? O melhor momento para reservar varia, mas, em geral, recomenda-se reservar com 2 a 6 meses de antecedência para períodos de alta temporada. Reservar muito em cima da hora pode significar preços mais altos e indisponibilidade na data desejada. No entanto, reservar com muita antecedência às vezes impede que você aproveite as quedas de preço (comuns de 6 a 8 semanas antes da partida). Monitore as tarifas em um rastreador de voos ou site de comparação de preços, configure alertas e reserve quando encontrar um preço razoável. Considere também a possibilidade de reembolso: em caso de dúvida, escolha uma passagem que permita alterações gratuitas. Observe que o processamento do visto (que você deve verificar com pelo menos 3 meses de antecedência) pode afetar as datas do seu voo.

O que acontece se eu não avisar meu banco antes de viajar? Sem um aviso de viagem, os bancos podem sinalizar suas compras no exterior como fraude. Isso geralmente resulta no bloqueio temporário do seu cartão, mesmo que seja você quem o esteja usando. Você pode descobrir isso apenas quando o cartão for recusado em um momento crucial (como no exterior, tarde da noite). As políticas dos bancos variam, mas muitas seguradoras agora têm modelos de detecção de fraude mais eficazes. Para evitar dores de cabeça, a maioria dos viajantes notifica seus bancos e configura alertas de viagem. Se o seu cartão for bloqueado, ligue para a central de atendimento internacional do seu banco. Ter um cartão reserva (de outra instituição) é fundamental caso o seu seja bloqueado.

É seguro usar Wi-Fi público ao viajar para o exterior? O Wi-Fi público (salas VIP de aeroportos, cafés, hotéis) é inerentemente arriscado, pois outras pessoas na rede podem interceptar seus dados. Especialistas recomendam evitá-lo para qualquer tarefa sensível. Uma pesquisa da Forbes Advisor revelou que 40% dos americanos tiveram seus dados comprometidos em redes Wi-Fi públicas. Se precisar usá-lo, utilize uma VPN e evite acessar sites de bancos ou e-mails. Em vez disso, use os dados móveis do seu celular ou um ponto de acesso pessoal. Sempre utilize sites que comecem com “https://” para qualquer login, pois isso criptografa sua conexão.

Como posso evitar golpes turísticos? Preparação é fundamental. Pesquise golpes comuns em cada destino antes de viajar. Desconfie de estranhos que oferecem presentes gratuitos, moradores locais excessivamente amigáveis ​​que dão "bons conselhos" ou ofertas de passeios não oficiais perto de pontos turísticos. Por exemplo, nunca aceite ajuda para trocar moeda estrangeira na rua e evite táxis sem identificação. Mantenha seus pertences seguros (use bolsas com zíper e pochetes). Fique atento em locais com muita gente e confie na sua intuição. Aprender alguns sinais de alerta de golpes (em blogs de viagem ou sites governamentais) permite identificar problemas com antecedência.

Quais vacinas preciso tomar para viajar para o exterior? Os requisitos variam de acordo com o destino. O CDC e a OMS recomendam vacinas de rotina para todos os viajantes (sarampo, tétano, etc.). Algumas regiões exigem ou recomendam outras vacinas: por exemplo, a vacina contra a febre amarela para partes da África e da América do Sul, e as vacinas contra febre tifoide e hepatite A para muitos países em desenvolvimento. Consulte sempre um especialista em medicina de viagens de 4 a 8 semanas antes da partida. Ele poderá fornecer informações atualizadas. Se você tiver uma escala em um aeroporto, observe que geralmente só precisa do certificado de vacinação contra a febre amarela se visitando um país com risco, sem trânsito por aeroporto.

Quanto dinheiro em espécie devo levar quando viajar para o exterior? Carregando alguns Dinheiro em espécie é prudente (para gorjetas, pequenos vendedores ou áreas sem caixas eletrônicos), mas não em excesso. Uma estratégia comum: estime seu orçamento diário e leve o equivalente a alguns dias, usando caixas eletrônicos para sacar mais dinheiro. Saques em caixas eletrônicos geralmente oferecem a melhor taxa de câmbio, mas verifique as tarifas. Em países onde cartões de crédito são raros, você pode precisar de mais dinheiro. Nunca carregue todo o seu dinheiro de uma vez; divida-o em bolsos ou bolsas diferentes. Mantenha apenas o dinheiro e os cartões necessários para um dia na sua carteira e guarde uma reserva em um local seguro (cofre do hotel ou bolsa escondida).

What’s the biggest financial mistake travelers make? Segundo especialistas, o maior erro financeiro é pagar caro demais pelo câmbio (casas de câmbio em aeroportos, conversão dinâmica de moeda). Além disso, muitos viajantes negligenciam o seguro viagem ou o planejamento financeiro adequado. Custos inesperados com despesas médicas ou cancelamento de viagem podem ser muito maiores do que a economia feita ao cortar custos. Em resumo: pagar por coisas que poderiam ser feitas de forma mais barata (como trocar dinheiro ou não contratar um seguro) geralmente acaba sendo um tiro pela culatra.

Consideração final – Abraçando as viagens imperfeitas

Até mesmo o viajante mais meticuloso encontrará alguns contratempos. Mas estes podem se tornar parte da história da viagem, em vez de desastres. A maioria dos erros — um trem perdido, uma curva errada na cidade, uma tempestade repentina — são solucionáveis ​​ou, pelo menos, suportáveis. Um bom planejamento minimiza os problemas realmente catastróficos. Manter a calma e a adaptabilidade é fundamental: muitas vezes, os moradores locais e outros viajantes estão dispostos a ajudar quando você explica sua situação. No fim das contas, viajar é sobre vivenciar novos lugares e conhecer novas pessoas. Se você estiver bem preparado, alguns deslizes não estragarão sua viagem — pelo contrário, a tornarão memorável. Portanto, viaje de olhos bem abertos, pronto para aprender com os erros em vez de ser atrapalhado por eles.

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