A França é o A França, um dos principais destinos turísticos do mundo, famosa por suas cidades históricas, regiões vinícolas, costas deslumbrantes e passos alpinos, recebe quase 90 milhões de visitantes por ano e possui 49 Patrimônios Mundiais da UNESCO, oferecendo inúmeras rotas para exploração: das ilhas medievais da Normandia com suas abadias aos ensolarados campos de lavanda da Provença. Estes 15 roteiros de viagem cuidadosamente selecionados — cada um com planos dia a dia, mapas e dicas práticas — guiarão o viajante aventureiro pelas regiões mais belas e culturalmente ricas da França. Seja você um visitante de primeira viagem ou um francófilo experiente, este guia foi concebido como o recurso de planejamento definitivo, combinando conselhos logísticos detalhados com um contexto inspirador e dicas privilegiadas.
A posição de destaque da França no turismo mundial não é por acaso. O tamanho do país, sua geografia diversificada e a excelente rede rodoviária permitem explorar de carro vilarejos, vinhedos e penhascos costeiros inacessíveis de trem. Nossa introdução revisa os principais aspectos logísticos (épocas do ano, regras, custos e documentos) antes de detalhar cada rota. Cada viagem inclui uma visão geral com os principais pontos turísticos, um itinerário dia a dia (com distâncias e tempos de viagem), contexto histórico e cultural das principais paradas, sugestões de hospedagem e restaurantes para diferentes orçamentos e informações práticas sobre pedágios, combustível, desvios panorâmicos e considerações sazonais. Tabelas detalhadas, listas com marcadores e destaques garantem que as informações sejam claras e fáceis de consultar. Por exemplo, o pedágio nas rodovias francesas custa em média € 9,50 por 100 km, e o preço do combustível (no final de 2025) era de aproximadamente € 1,67/l (gasolina) e € 1,56/l (diesel).
Antes de pegar a estrada, familiarize-se com as estações do ano, as leis de trânsito, os custos e a documentação necessária. A tabela abaixo destaca dicas de viagem sazonais por trimestre:
Estação (meses) | Clima e multidões | Dicas de viagem e eventos |
Primavera (Abril–Junho) | Clima ameno, campo florido. No final da primavera (maio/junho), há flores silvestres e festivais. O trânsito é moderado. | Temporada de transição – Excelente relação custo-benefício. Ideal para apreciar as flores do Vale do Loire e as terras altas da Córsega. Feiras de Páscoa; preparativos para o festival de teatro de Avignon (julho). |
Verão (julho–agosto) | Dias muito quentes; longos períodos de luz solar. Praias e áreas montanhosas ficam lotadas. Período de maior movimento durante as férias escolares francesas. | Alta temporada – Animada, mas movimentada. Espere trânsito intenso (especialmente nos fins de semana) nas rotas mais populares. Reserve hospedagem com bastante antecedência. A lavanda na Provença floresce de meados de junho a meados de julho. As estradas rurais costumam ser panorâmicas, mas leve água extra e protetor solar. |
Outono (Setembro a novembro) | Temperaturas mais amenas, especialmente nas montanhas. Vinhedos exuberantes; folhagem de outono em outubro. Poucos turistas após o início de outubro. | Temporada de transição – Festivais da colheita, eventos de vinho. Temporada de caça nas florestas (setembro a outubro) – dirija com cautela. Ótimo para apreciar a folhagem de outono em toda a Europa, nos Vosges e nos Alpes. Os jardins de Monet, perto de Paris, ficam abertos até o final de outubro. |
Inverno (Dec–Mar) | Frio e chuva (neve comum nos Alpes e nos Pirenéus). As zonas costeiras são tranquilas. Muitos hotéis/restaurantes rurais fecham (devido ao movimento intenso das férias de Natal e ao período de recesso de janeiro). | Fora de temporada – Melhores ofertas em aluguel de carros e hospedagem. As passagens alpinas podem estar fechadas devido à neve; leve pneus de inverno ou correntes para neve nas montanhas. Temporada de esqui a partir de dezembro; os mercados de Natal em Estrasburgo/Basileia atraem multidões em dezembro. |
Como observa um especialista, “A primavera (março a maio) e o outono (setembro a novembro) são ideais, com clima agradável e menos aglomeração.”O verão (especialmente julho e agosto) é lindo, mas muito movimentado, enquanto o inverno oferece tranquilidade e preços mais acessíveis fora de temporada (mas exige planejamento extra devido aos fechamentos de estradas).
As autoestradas francesas são rodovias pedagiadas bem conservadas. Espere pagar entre € 0,10 e € 0,20 por km. Em média, o pedágio em autoestradas custa cerca de € 9,50 por 100 km. Por exemplo, um trecho de 200 km de autoestrada custará aproximadamente € 20. Estradas nacionais ou departamentais menores geralmente são gratuitas, mas mais lentas.
Os preços dos combustíveis (em dezembro de 2025) rondam os €1,67/litro para a gasolina sem chumbo e os €1,56/litro para o gasóleo. O consumo de combustível varia, mas uma viagem de 100 km num carro económico poderá consumir entre 6 e 8 litros, ou seja, cerca de €10 a €15 em combustível por 100 km. Adicione os portagens (cerca de €10/100 km) para um orçamento aproximado. (Estes custos podem flutuar – verifique sempre os preços em tempo real.)
Aluguel de carros: Carros de porte médio (a gasolina ou diesel) geralmente podem ser encontrados por € 30 a € 50 por dia na baixa temporada; espere pagar entre € 50 e € 100 por dia no verão. Carros automáticos e SUVs custam mais. Agências conceituadas (Avis, Europcar, Hertz, além de empresas locais) operam em todo o país. Verifique se pneus de inverno ou correntes de neve são necessários (viagens na montanha).
Crie uma lista de itens essenciais (cópias de documentos, adaptador, medicamentos, kit de primeiros socorros, etc.).
Visão geral do percurso: Este circuito clássico no norte começa em Rouen (Capital histórica da Normandia), percorre a dramática Costa de Alabastro (Os penhascos brancos de Étretat), mergulha em Honfleurporto de madeira de 's, depois para Deauville e as praias do Dia D, finalmente contornando para oeste até a região medieval. Mont-Saint-Michel abadia e retorno via Bayeux. Isto 600 km O circuito atravessa portos movimentados e paisagens rurais tranquilas. O Mont-Saint-Michel (abadia e baía) é Patrimônio Mundial da UNESCO, e a região é rica em arte medieval (Tapeçaria de Bayeux) e história da Segunda Guerra Mundial.
Destaques do itinerário:
Notas históricas/culturais:
A Normandia é o berço de duques e reis. A catedral de Rouen era a favorita de Monet; a tapeçaria de Bayeux narra a conquista da Inglaterra em 1066. O Mont-Saint-Michel (Abadia Imponente) é um importante local de peregrinação desde 966. As praias do desembarque da Segunda Guerra Mundial (Omaha, Gold) marcam um ponto de virada na história – museus informativos e o cemitério aerotransportado em Sainte-Mère-Église.
Alojamento e alimentação:
– Orçamento: Hotéis Ibis/Etap em Rouen e Caen (aproximadamente €60 por noite). Casas de hóspedes (Gîtes) na Normandia, no interior (aproximadamente €50).
– Médio: Charmosas pousadas B&B em Honfleur ou Lisieux (€ 80–€ 120).
– Luxo: Hotéis com spa em Deauville (hotéis fora da área de influência, a partir de €200). Hotel na ilha do Mont-Saint-Michel (a partir de €250).
Gastronomia: A Normandia é famosa por seus frutos do mar, queijos (Camembert, Pont-l'Évêque) e sidra de maçã. Experimente um creperia em Bayeux (crepes salgados de trigo sarraceno) ou ostras em Cancale, perto de Mont. Em Rouen, um jantar de preço médio pode custar entre €20 e €40 por pessoa. Para refeições mais econômicas, as boulangeries (baguetes, sanduíches) e as barraquinhas de crepes custam entre €3 e €8.
Estimativas de pedágio e combustível: Aproximadamente 700 km ida e volta. Pedágios (principalmente na A13 até Caen) ~€30 no total. Combustível ~45 L para 700 km (~€80 aos preços atuais).
Oportunidades para fotos e desvios: O Penhascos de Étretat São imperdíveis para fotografar (nascer do sol). A baía do Mont-Saint-Michel na maré baixa. Para uma pausa panorâmica, percorra a antiga Route du Pont (D513) ao redor da costa de Cotentin para apreciar as vistas do oceano.
Nota sazonal: O trecho entre Caen e Bayeux pode ficar bastante movimentado no verão; visite a abadia de manhã cedo, fora da alta temporada. Observar as tempestades nos penhascos é uma experiência espetacular fora de temporada.
Visão geral do percurso: Começando por Saint-Malo ou RennesEste circuito percorre o litoral acidentado do norte e oeste da Bretanha, destacando a antiga cultura celta e o patrimônio megalítico. Viaje de Saint-Malo até Monte Saint-Michel, depois para oeste ao longo da costa esmeralda, passando por Cancale e Cap Fréhel, em direção às praias selvagens de Pointe du Raz e os sítios pré-históricos de CarnacFinalmente, retornando para leste, passando por Vannes e Rennes. A viagem de ida e volta tem cerca de 800 km. Os renomados Alinhamentos Megalíticos da Bretanha (como Carnac) são agora Patrimônio Mundial da UNESCO. As paisagens variam de promontórios graníticos escarpados a portos abrigados.
Destaques do itinerário:
– Dia 1: Rennes a Saint-Malo (aprox. 70 km, 1h) – Chegar em fortificado Saint-Malo (Explorar a cidade murada e a história dos corsários).
– Dia 2: Saint-Malo a Cap Fréhel e Dinan (aprox. 120 km, 2 horas) – Percorra a estrada costeira panorâmica via Cancelar (ostras) para Cap Fréhel (penhascos dramáticos do farol). Continue até a Idade Média. Dinan.
– Dia 3: Dinan a Pointe du Raz (cerca de 200 km, 3h) – Atravesse a Bretanha até o extremo oeste. Pare em Alinhamentos de Carnac (Mais de 3.000 menires neolíticos estendendo-se por cerca de 4 km). Termine o dia em Pointe du Raz, o ponto mais ocidental, para apreciar o pôr do sol sobre o Atlântico.
– Dia 4: Pointe du Raz para Quimper para Vannes (aprox. 150 km, 2,5h) – Viaje pelas aldeias da região central da Bretanha até Quimper (cidade da cerâmica de faiança). Depois, siga para Gulftown. Vannes e medieval Auray.
– Dia 5: Vannes para Mont-Saint-Michel para Rennes (aprox. 200 km, 3 horas) – Percorra o caminho para leste através da icônica Mont-Saint-Michel (Retorno opcional) e volta para Rennes. Ou, partindo de Vannes, você pode fazer um desvio para o norte até Rochefort-en-Terre (vila encantadora).
Destaques:
O sul da Bretanha (Morbihan) abriga a maior coleção megalítica do mundo – a Menires de Carnac datando de 4500–2000 a.C. Menir quebrado O penhasco de Locmariaquer (uma pedra desmoronada de 18 metros) é de tirar o fôlego. Visite a Maison des Mégalithes para entender o contexto. A cultura bretã é singular: placas bilíngues (francês/bretão), crepes e cidra, música folclórica com inspiração celta. Cap Fréhel e Île de Bréhat (uma curta travessia opcional de balsa) exibem uma flora costeira colorida.
Alojamento e alimentação:
– Orçamento: Campings e albergues da juventude ao longo da costa (aproximadamente €20–€30). Alojamentos simples com pequeno-almoço incluído nas cidades (€35–€50).
– Médio: Casas de campo e hotéis em Dinan ou Quimper (70 a 120 euros).
– Luxo: Estações de esqui em Dinard ou no Auberge de Dinan (a partir de €150).
Gastronomia: A Bretanha é a terra dos crepes e galettes. Experimente uma galette de trigo sarraceno com caramelo salgado ou sidra. Os frutos do mar (mexilhões, vieiras) são excelentes em Cancale. Um jantar de preço médio custa cerca de €20.
Pedágios e combustível: A maior parte do percurso é sem portagens (não há autoestradas neste circuito). Espere um consumo de cerca de 50 litros de combustível (400-500 km em estrada rural) e um custo aproximado de 80 euros.
Paradas panorâmicas: Faça uma caminhada pela trilha costeira (GR34) em Pointe du Raz; vagar São Suliaco (uma das “Aldeias Mais Bonitas” da França). Os pores do sol bretões sobre a Île d'Ouessant (acessível por ferry via Brest) são inesquecíveis.
Temporada: O verão é marcado pelos vibrantes Fest Noz (festivais de dança) nas cidades. A primavera traz a floração dos rododendros selvagens em Cap Fréhel. Observação: a região do Mont-Saint-Michel costuma estar bastante movimentada – considere o interior da Bretanha.
Visão geral do percurso: França Central Vale do Loire É uma paisagem cultural classificada como Patrimônio Mundial da UNESCO, composta por castelos de contos de fadas e cidades históricas. Este circuito (aproximadamente 400 km) liga Passeios e Saumur, passando Chenonceau, Amboise, Chambord, Chaumont e VilandryConhecida como o “Jardim da França”, a rota combina arte renascentista e paisagens exuberantes. Parques de diversões e ruas medievais se misturam com vastos vinhedos que produzem os vinhos de Chinon e Sancerre. Este percurso pode ser feito em 5 a 7 dias.
Destaques do itinerário:
– Dia 1: Passeios até Amboise (aprox. 25 km, 0h30) – Base em Tours. Visite Visitas ao Castelo (jardins) e depois siga para AmboiseExplore o castelo real onde Leonardo da Vinci passou seus últimos anos (e onde fica seu túmulo).
– Dia 2: Amboise – Chenonceau – Villandry – Tours (aprox. 100 km, 2 horas) – Manhã às Castelo de Chenonceau (atravessando o rio Cher). Tarde em Vilandry (Jardins renascentistas famosos). Retorno ao Tours à noite.
– Dia 3: Passeios de Chambord a Blois (aprox. 115 km, 2h) – Dirija-se para leste até Chambord (o mais grandioso castelo do Loire, com sua escadaria em dupla hélice de Leonardo da Vinci). Continue para Blois (cidade histórica, castelo).
– Dia 4: Blois a Chenonceaux a Saumur (aprox. 120 km, 2 horas) – Parada rápida em Chaumont-sur-Loire (festival de jardim de verão nos jardins do castelo), se estiver aberto. Depois, siga para o sul até Saumur via Amboise.
– Dia 5: Saumur a Chinon a Tours (aprox. 85 km, 1h30) – Visite Saumur (Castelo de conto de fadas acima do Loire, cavernas trogloditas). Tarde em Chinon (Vinhos tintos, fortaleza medieval de Joana d'Arc). Retorno a Tours.
Alojamento e alimentação:
– Orçamento: Hotéis de cadeia (B&B, ibis) em Tours (50 a 70 €). Alojamento em casas de campo com pequeno-almoço incluído entre vinhas (60 a 90 €).
– Médio: Charmosas casas de hóspedes em vilarejos com castelos (90 a 140 euros).
– Luxo: Hotéis em castelos ou relais gourmet em Amboise (a partir de €200).
JantarA gastronomia do Loire privilegia a caça e o peixe de água doce (lúcio, enguia). Experimente os crottins de queijo de cabra da região de Touraine. Os vinhos brancos do Loire (Sauvignon Blanc) e o espumante Crémant-de-Loire harmonizam bem com mexilhões. Refeições econômicas (barraquinhas de crepes, saladas) custam entre €8 e €12; jantares de preço médio, entre €25 e €35.
Pedágios e combustível: O percurso é feito principalmente em estradas secundárias gratuitas; muito poucos portagens. Combustível ~50 L (~€80).
Oportunidades e dicas para fotos: Nascer do sol em Castelo de Chenonceau (Névoa no rio Cher). Percorrer as ciclovias do Loire à Vélo de bicicleta é uma atividade popular – observe as ciclovias às margens do rio. Evite as multidões de verão começando as visitas aos castelos no horário de abertura. Muitos castelos fecham às terças ou segundas-feiras; planeje-se de acordo.
Visão geral do percurso: Este itinerário pelo sudoeste (circuito de aproximadamente 600 km) começa e termina em Bordéus – um porto vinícola classificado como Patrimônio Mundial da UNESCO – e serpenteia pelos vinhedos do Médoc, atravessando até as bastides medievais (Saint-Émilion), depois segue para leste até a região de Périgord-Quercy (Cahors, Sarlat) e as aldeias trogloditas e cavernas pré-históricas do Vale do Dordogne, antes de retornar por Bergerac. Combina vinhedos de classe mundial com cidades fortificadas e arte rupestre.
Destaques do itinerário:
– Dia 1: Bordéus a Médoc a Saint-Émilion (aprox. 100 km, 1h30) - Percorrer Medoc Vinhos (denominações AOC) ao longo da cênica Rota dos Castelos. Tarde em Saint-Émilion (Mosteiro à beira do penhasco, vila medieval patrimônio mundial).
– Dia 2: Saint-Émilion a Bergerac (aprox. 80 km, 1h30) – Rota do vinho para Bergerac (cidade comercial de vinhos e tabaco). Pare no caminho em Monbazillac (castelo de vinhos doces).
– Dia 3: Bergerac a Sarlat (aprox. 85 km, 1h30) – Atravessar para Dordogne. Tarde em Sarlat-la-Canéda, uma cidade medieval perfeitamente preservada (destaque: feira de domingo).
– Dia 4: De Sarlat a Cahors via Rocamadour (aprox. 150 km, 2,5 horas) – Visita antecipada a Lascaux II (réplica de arte rupestre paleolítica). Em seguida, até o topo do penhasco. Rocamadour e continue para Cahors (famosa pelo seu vinho tinto e pela Ponte Valentré).
– Dia 5: Cahors para Bordeaux via Brantôme (cerca de 190 km, 3h) – Dê uma passada Brantôme (Veneza de Périgord com mosteiro). Retorno pela rodovia até Bordéus.
Alojamento e alimentação:
– Orçamento: Alojamento e pequeno-almoço (B&Bs) nas aldeias da Dordonha (€50–€80). Hostel/Camping em Brantôme ou Cahors (~€20).
– Médio: Hotéis boutique em Sarlat ou Saint-Émilion (€80–€130).
– Luxo: B&Bs de castelos de vinho na região de Bordeaux ou pousadas Relais & Châteaux (€200+).
Gastronomia: Confit de pato, trufas, foie gras – especialidades do Périgord. O vinho tinto de Cahors (Malbec) é um destaque. Nas aldeias, pequenos "bouchons" servem refeições substanciosas por cerca de €15 a €25; bistrôs gourmet em Bordéus custam a partir de €40.
Pedágios e combustível: Aproximadamente 500–600 km (pedágios na A89 de/para Bergerac ~€15). Combustível ~50 L (~€80).
Desvios panorâmicos: Dirija o Estrada BastidesCidades planejadas medievais (Monpazier, Domme, etc.). Vista de Castelo de Castelnaud Oferece um panorama do rio Dordogne. O rio subterrâneo. Abismo de Padirac Perto de Rocamadour há outra maravilha (opcional).
Visão geral do percurso: No leste da França, siga os vinhedos ao longo das históricas estradas da Borgonha (Bourgogne) e de Beaujolais. Um circuito a partir de Dijon sul através Côte de Nuits e Costa de Beaune aldeias (Gevrey-Chambertin, Nuits-St-Georges, Beaune), depois para Lião via cidades de Beaujolais (Villefranche-sur-Saône, Brouilly). Aprox. 250 km No total, esta viagem de 3 a 4 dias proporciona uma imersão nos vinhos tintos e brancos mundialmente famosos (Pinot Noir, Chardonnay) e na gastronomia regional.
Destaques: – Dijon: Palácio Ducal (agora museu), fábricas de mostarda de Dijon.
– Rota dos Grands Crus: Dirigindo por Vosne-Romanée, Pommard, Meursault. Muitas propriedades vinícolas (domínios) oferecem degustações.
– Beaune: O histórico Hôtel-Dieu (hospital mais antigo, com telhado de telhas rosa). Jantar maravilhoso (coq au vin, escargots) harmonizado com vinhos da Borgonha da região.
– Beaujolais: Aldeias “Les Pierres Dorées” de calcário dourado (Oingt). Aldeias vinícolas de Brouilly, Fleurie. Arredores de Lyon: parada opcional na Basílica de Fourvière (excelente vista da cidade).
Itinerário: Dia 1: Dijon – Gevrey – Nuits – Beaune. Dia 2: Beaune – Mâconnais – Lyon (via cidade medieval de Pérouges). (Este roteiro pode ser estendido até o norte da Provença, passando por Valence, se desejado.)
Cultura: A história medieval do ducado da Borgonha é rica. O centro histórico de Dijon e seus hospícios revelam a riqueza da região. Colinas vinícolas da Borgonha São reconhecidos pela UNESCO (vinhedos em encostas e adegas históricas). Em Beaujolais, o evento anual Moinho de vento e o festival da cereja marcam a tradição local.
Alojamento/Alimentação: Ao longo da rota dos vinhos, encontram-se charmosas pousadas e albergues. Viajantes com orçamento limitado podem se hospedar em albergues da juventude em Dijon (cerca de €30) ou em casas de campo rurais (cerca de €40). Refeições gourmet são a norma: mesmo um menu fixo de preço médio com harmonização de vinhos pode custar entre €45 e €60 por pessoa. Lyon é a capital gastronômica: delicie-se com a culinária lionesa (quenelles, salada lionesa).
Logística: Há muito poucos pedágios nesta rota (mantenha-se nas Routes Nationales). Combustível: cerca de 20 a 30 litros. Utilize as placas indicativas da Rota dos Vinhos (Route des Vins de Bourgogne/Beaujolais). Dirigindo pela região vinícola: Não dirija depois de beber. – Considere a possibilidade de ter um motorista designado ou um passeio de degustação de vinhos.
Visão geral do percurso: Este circuito (com cerca de 250 km) serpenteia pelas colinas. champanhe Vinhedos e cidades históricas do norte da França. Partindo de Reims ou ÉpernayAtravesse os famosos terroirs da Côte des Blancs e do Vallée de la Marne (vilarejos como Avize, Ay e Bouzy), onde o vinho espumante foi inventado. A Catedral de Reims e a Avenida Champagne de Épernay formam o coração cultural da região. Toda a paisagem de vinhedos, adegas de giz e casas de produção (de Hautvillers a Épernay) é Patrimônio Mundial da UNESCO.
Destaques:
– Reims: Catedral gótica (local de coroação dos reis franceses), além de caves de champanhe (Taittinger).
– Hautvillers: Vila da igreja e museu de Dom Pérignon.
– Épernay: Avenue de Champagne – fileira de grandes casas de champanhe (Moët & Chandon, Mercier). Visite uma adega.
– Cidades/Vilas: Épernay, Ay, Châlons-en-Champagne (museu militar), Provins (património medieval a sul da A5).
Itinerário: Dia 1: Circuito Reims – Hautvillers – Épernay (70 km). Dia 2: Épernay – Bouzy – Châlons (100 km, 1,5h). Dia 3: Châlons – Reims (80 km).
Alojamento/Refeições:
– Hostels and 3-star hotels in Reims (~€60–€100). Cozy B&Bs in villages (~€80).
– Sample bubbly on a budget by picnic (cheese, baguette) with local wine. Midrange restaurants in Reims serving champion Champagne-paired menus (~€30–€50).
Custos: Rota mais curta, com pedágios mínimos. Combustível: aproximadamente 20 litros.
Observação: Experimente os tours de degustação de champanhe saindo de Reims (há várias empresas). A época da colheita (setembro/outubro) é vibrante, mas as hospedagens costumam lotar durante a semana do champanhe (Wine & Dine). O champanhe é caro – calcule €20 ou mais por garrafa (de casas renomadas).
Visão geral do percurso: Este circuito nordeste (aproximadamente 350 km) explora Rota dos vinhos da Alsácia e a base dos Vosges. Comece em Estrasburgo (Centro da Grande Île, Patrimônio Mundial da UNESCO), depois siga a Route des Vins em direção ao sul através de Mittelbergheim, Riquewihr, Ribeauvillé, ColmarDesvio para o Voges Para apreciar vistas panorâmicas (Route des Crêtes) ou relaxar em cidades termais (Baden-Baden fica logo após a fronteira, na Alemanha). Termine o passeio em Estrasburgo. A região é uma mistura de herança francesa e germânica, cidades com casas de madeira e a catedral de Münster.
Destaques:
– Estrasburgo: Catedral de Notre-Dame, bairro Petite France. Sede do Parlamento Europeu.
– Colmar: Museu Unterlinden, canais e casas alsacianas em estilo enxaimel.
– Riquewihr, Eguisheim: Aldeias vinícolas pitorescas.
– Vinícola paradas: Riesling, Gewürztraminer, Crémant d'Alsace.
– Vosges: Rotas panorâmicas (neve no inverno, trilhas para caminhadas no verão).
Cultura: A Alsácia foi um território disputado entre franco-alemão, o que se refletiu na cultura e gastronomia bilíngues (chucrute, flammekueche). Os mercados de Natal (a partir do final de novembro) são lendários. Nota: A "Pequena França" de Estrasburgo é Patrimônio Mundial da UNESCO.
Logística: As placas de carro em francês indicam "Alsácia-Lorena". Cuidado com os motoristas mais lentos nas estradas sinuosas que serpenteiam pelos vinhedos. Há muitos hotéis e pousadas ao longo do caminho. Experimente os winstubs locais (bares de vinho alsacianos) para provar a tarte flambée (uma torta semelhante à pizza) e charcutaria.
Visão geral do percurso: No sul da França ProvençaConectamos campos de lavanda, vilarejos no topo de colinas e o desfiladeiro de Verdon. Começando perto de Avinhão ou Aix-en-Provence, este circuito (cerca de 400 km) visita Aldeias do Luberon (Gordes, Roussillon), Mont Ventoux, depois segue para leste em direção ao Parque Regional de Verden (O “Grand Canyon” da Europa). Suba os desfiladeiros verdejantes e percorra a famosa Route des Crêtes. Retorne pelas perfumadas planícies da Provença.
Destaques:
– Lavanda e Lavanda: O pico da floração ocorre entre meados de junho e meados de julho em Valensole e Luberon.
– Gordes e Bonnieux: Aldeias de Cinchona com charme provençal.
– Aix-en-Provence: Cidade histórica de Cézanne (cemitério, estúdio). Mercados da Provença (frutas, ervas).
– Mont Ventoux: Subida opcional (famosa entre os ciclistas do Tour de France).
– Desfiladeiro de Verdon: O desfiladeiro de 25 km de extensão (com até 700 m de profundidade) foi esculpido pelo rio Verdon, de águas turquesa. É possível chegar lá de balsa ou a pé. Moustiers-Sainte-Marie É gratificante.
– Abadia de Sénanque (Cena de lavanda e mosteiro cisterciense, altamente fotogênica).
Itinerário: Dia 1: Avinhão – Gordes – Roussillon – Aix (aprox. 160 km). Dia 2: Aix – Mont Ventoux – Forcalquier – Moustiers (aprox. 200 km). Dia 3: Verdon (subida até Col d'Illoire e Route des Crêtes) – retorno via Manosque/Apt até Avignon (aprox. 120 km).
Alojamento e alimentação:
– Orçamento: Albergues da juventude ou pousadas rurais (50 a 80 euros). Acampamento sob as estrelas perto do Parque Verdon.
– Médio: Casas de campo encantadoras em centros de aldeias (cerca de €100). Estalagens rurais provençais (€120–€150).
– Luxo: Hotéis boutique com piscina em Luberon (a partir de €200). Jantar em Aix ou Gordes em um bistrô local com sobremesas de mel de lavanda.
Custos: Portagens moderadas na A7, se utilizada (Avignon – Montélimar ~€15). Combustível ~50 L.
Desvios panorâmicos: O Rota dos Crêtes (Entre La Palud-sur-Verdon e Moustiers) oferece miradouros com vistas deslumbrantes. No verão, passeios de barco ou caiaque no rio Verdon são muito populares. Para um momento de tranquilidade, visite a Abadia de Sénanque ao amanhecer, quando os campos de lavanda brilham.
Análise sazonal: Para apreciar a lavanda, planeje sua viagem para o início de julho. O início do outono (setembro-outubro) oferece a oportunidade de colher uvas para vinho e atrai menos turistas. As estradas no topo do Ventoux costumam ficar fechadas no inverno.
Visão geral do percurso: A deslumbrante Riviera Francesa e seu interior aguardam você neste dia ensolarado. aproximadamente 500 km passeio de Nice para Cannes, ao longo das falésias de Esterel até Saint-TropezDepois, segue-se para o interior, passando por vilarejos litorâneos e vinhedos. Entre os destaques, está a Promenade des Anglais, uma cidade situada no alto de uma colina. Rei, estradas à beira de penhascos com vista para o Mediterrâneo e o maciço rosado do Esterel (Route Corniche de l'Esterel).
Itinerário:
– Dia 1: Nice – Villefranche-sur-Mer – Cap Ferrat – Mônaco – Eze – Antibes – Cannes (aprox. 100 km).
– Dia 2: Cannes – Corniche de Esterel – Grasse (capital do perfume) – Saint-Tropez (acessível por ferry noturno ou estradas costeiras, 120 km).
– Dia 3: Saint-Tropez – Fréjus – Nice passando pelas cidades costeiras do Var (140 km).
Destaques:
– Legal: Cidade velha, calçadão, mercado Cours Saleya (flores).
– Mônaco: Palácio do Príncipe e Museu Oceanográfico.
– Éze: Visitas guiadas a jardins exóticos e fábricas de perfumes (Fragonard).
– Cannes: Passeio marítimo de la Croisette (famoso pelo seu festival de cinema). Balsas para as Ilhas Lérins para uma excursão de meio dia.
– Saint-Tropez: Praias do porto e de Pampelonne (ideal para observar celebridades).
– Cênico: Percorra a estrada costeira de Esterel (vista acima) – falésias de rocha vermelha que mergulham no mar turquesa.
Cultura: A Riviera Francesa é rica em história da arte (Matisse e Chagall nos museus de Nice). As perfumarias de Grasse e os vinhos de Bellet (vinhos niçoise) são regionalmente famosos. Além das praias, pequenas cidades como Biot (sopro de vidro) e Ramatuelle Encantar a alma.
Alojamento: O luxo é comum (hotéis ★★★★★ em Nice/Cannes a partir de €300). Para opções mais acessíveis, há pensões familiares no interior (cerca de €80). Para quem busca economia, albergues da juventude nos arredores de Nice ou um camping perto de Antibes.
Jantar: Espere encontrar frutos do mar e culinária niçoise (ratatouille, pissaladière). Um almoço à beira-mar em Cannes pode custar €30 por pessoa; longe da costa, cerca de €15. O trânsito nos fins de semana nas estradas costeiras (D) pode ser intenso – considere sair cedo ou pegar estradas alternativas via Grasse ou Draguignan.
Visão geral do percurso: A viagem de carro mais alta pelos Alpes franceses. Uma travessia clássica norte-sul de Genebra/Lago de Genebra para a Côte d'Azur, atravessando todos As principais passagens alpinas. Ao longo de aproximadamente 700 km, você escalará o Col de la Colombière, Aravis, Galibier, Izoard, Bonette (o mais alto da França, com 2802 m) e muitos outros. Isto é o lendária “Route des Grandes Alpes”. Apresenta os Parques Nacionais Vanoise, Écrins e Mercantour.
Itinerário (exemplo): Dia 1: Genebra – Annecy – Col de la Colombière – Cluses – Col de l'Arpettaz (3400 m) – Vale de Arve – Col des Aravis – Megève. Dia 2: Megève – Albertville – Beaufort (túnel) – Col du Télégraphe (1566 m) – Col du Galibier (2642 m) – Briançon. Dia 3: Briançon – Col d'Izoard – Guillestre – Col de Vars – Barcelonnette – Col d’Allos – Col de la Cayolle – Cagnes-sur-Mer (Riviera Francesa).
Condução: Cerca de 5 a 7 horas de viagem por dia, dependendo das paradas. Muitos trechos íngremes e estreitos. A estrada geralmente abre de junho a outubro (o Col de l'Izoard costuma abrir no final de junho; o Col de Bonette, em meados de junho). Correntes de neve ou pneus alpinos são obrigatórios no início e no final da temporada.
Paisagens e Cultura: Geleiras e cachoeiras impressionantes abundam. No Col de l'Izoard, a paisagem lunar da "Casse Déserte" é deslumbrante. Briançon (a 1326 m, a cidade mais alta da Europa) possui fortificações Vauban, Patrimônio Mundial da UNESCO. Vilarejos alpinos (La Grave, planalto de Écrins) e passeios de teleférico (por exemplo, na Aiguille du Midi, em Chamonix) acrescentam cultura alpina à região. Observe as vacas em rebanhos no pasto (som de sino).
Logística: Menos portagens; um túnel curto em Beaufort (via Tarentaise). Verifique todos os encerramentos de passagens de montanha. Abasteça nas vilas do vale – os postos de gasolina são raros acima dos 1500 m.
Descansar: As pousadas de montanha (auberges d'altitude) oferecem acomodações rústicas. No verão, refúgios em torno de 2000 m disponibilizam camas em dormitórios (20 €). Breves paradas em passos históricos – por exemplo: o Monumento Desgranges Em Galibier (ver foto) homenageia o fundador do Tour de France.
Visão geral do percurso: No sul, ao longo da fronteira espanhola, esta rota de 600 km serpenteia a partir de Toulouse (se incluído) nos Pirenéus. Os destaques incluem a fortaleza-cidadela medieval de Carcassonne, a cidade de peregrinação de Lourdese as dramáticas passagens de fronteira de Passo Tourmalet (famoso no ciclismo). O circuito pode se estender até País Basco e a costa atlântica. Espere encontrar vales verdejantes, igrejas românicas (St-Bertrand-de-Comminges) e pastagens alpinas de alta altitude.
Exemplo de itinerário: Dia 1: Toulouse – Carcassonne (90 km) – explore as muralhas fortificadas. Dia 2: Carcassonne–Mirepoix–Ax-les-Thermes (plano, 150 km). Dia 3: Ax-les-Thermes–Andorra (via Port d'Envalira)–Luz-Saint-Sauveur (220 km, passagens altas). Dia 4: Luz–Lourdes–Toulouse (100 km).
Cultura: A história cátara (séculos XII-XIII) é marcante: visite o Castelo de Montségur (local da "última resistência" cátara) se a sua viagem se estender para o leste. Lourdes é um importante local de peregrinação (Santuário de Nossa Senhora). A cultura basca (se incluída no roteiro) traz sua própria culinária (piment d'Espelette, sidra basca) e arquitetura (casas em enxaimel em Ainhoa ou Saint-Jean-de-Luz).
Logística: Dirigir em montanha exige cautela. A subida do Tourmalet (2115 m) costuma estar gelada fora do verão. O túnel em Pas de la Casa (Andorra) oferece uma rota alternativa. Roupas quentes e correntes para pneus são essenciais no inverno.
Visão geral do percurso: Este circuito mais curto (~300 km) acompanha a costa sudoeste da França. De Baiona (Capital basca) através Biarritz (famosa estância balnear) e ao longo da costa basca (Saint-Jean-de-Luz, Hendaye), siga para o interior até às colinas em Espelette (famosa por seus pimentões vermelhos) e depois ao sul até a fronteira espanhola em HendayeAdicione as passagens montanhosas do interior dos Pirenéus (Col d'Aubisque, Col d'Aspin) antes de retornar via Pau.
Destaques: Praias de surf no Atlântico; San Sebastián (logo após a fronteira) é acessível por uma curta viagem de ferry; o trenzinho de Artouste nas montanhas. As aldeias bascas francesas de Ainhoa e Sare (com suas casas estampadas em vermelho, branco e verde) são Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.
Cultura: A língua basca (euskara) é única, assim como suas festividades (jogos de bola Pelote, colheita da sidra). Experimente os pintxos (tapas bascas) em Bayonne. A Catedral de Bayonne abriga a relíquia da Santa Cruz, do século XI.
Observações: As estradas costeiras (D810) podem ser estreitas. Há um pedágio na A63 para Bayonne se você vier de Bordeaux. Os restaurantes da costa têm preços semelhantes aos de Cap Ferret (a partir de €30 por pessoa), enquanto as pousadas no interior são mais baratas.
Visão geral do percurso: Para uma verdadeira aventura na estrada, embarque em uma Circuito da Córsega (Aproximadamente 500 km de viagem costeira). Chegue de avião ou ferry em Ajaccio ou Bastia. No sentido horário a partir de Ajaccio: atravesse o O Circo de Bonifácio até Calvi; siga a costa oeste acidentada (Calanches de Piana, Reserva Natural de Scandola) até Ajaccio, depois a costa leste via Bonifácio (penhascos da ponta sul) e Corte (capital montanhosa) de volta a Bastia. Se tiver pouco tempo, concentre-se no lado oeste ou leste.
Destaques:
– Calanques de Piana (Oeste): Penhascos de granito vermelho que se estendem até o mar azul.
– Reserva Scandola: Reserva marinha listada pela UNESCO, acessível apenas por barco (corais e aves marinhas).
– Calvi: Cidadela na baía, local de nascimento (alegadamente) de Cristóvão Colombo.
– Porto Velho: Praias do sul (Palombaggia, Santa Giulia).
– Bonifácio: Cidadela espetacular no topo de um penhasco; fendas calcárias dos ilhéus de Lavezzi ao largo da costa.
– Cabo Corse (Ponta Norte): Estrada acidentada no cabo, ladeada por praias e vinhedos (vinho Moscatel).
Cultura: A Córsega possui uma identidade própria e forte – montanhas, bosques de castanheiros e tradição de maquisA cidade natal de Napoleão, Ajaccio, é um museu. A culinária corsa (queijo brocciu, ensopado de javali) é farta. O francês é a língua oficial, mas o corso é falado localmente.
Condução: Estradas muito sinuosas com declives acentuados – muitas pontes de mão única. A velocidade média é baixa (30–50 km/h). Reserve 2 a 3 dias para percorrer a costa; na época das chuvas (novembro a março), algumas estradas ficam fechadas. Combustível e comida podem ser mais caros (devido aos custos de transporte marítimo dentro da ilha).
Hospedagem e alimentação: Hotéis de praia a partir de €100, pousadas a partir de €60 fora das cidades. Frutos do mar e carnes curadas são os pratos principais. Experimente um vinho da Córsega (Rosé Ajaccio, vinhos brancos Patrimonio). Acampar é uma opção popular no verão (áreas de camping privadas a partir de €20 por noite).
Visão geral do percurso: A joia escondida da França Central, este Auvergne O percurso (400 km) serpenteia pela Chaîne des Puys (vulcões adormecidos perto de Clermont-Ferrand) e desce até à bacia do Dordogne. Destaques: Puy de Dôme (vulcão antigo com trem panorâmico), vila medieval de Vendedores, castelo de pedra No gramadoe o majestoso Gargantas de Ardèche se estendido para o sul. Este circuito fica fora dos roteiros turísticos típicos, mas é rico em natureza.
Itinerário: Clermont-Ferrand – Puy de Dôme – Parque Vulcania – Salers – Puy Mary – Aurillac – Gorge de l'Ardèche – retorno via Tournemire.
Cultura: O terreno vulcânico criou pastagens férteis (famosas pela criação do gado Salers e pelo seu queijo). A catedral gótica de Clermont, construída em pedra vulcânica negra, é única. O Parque Nacional de Cévennes (para quem visita Ardèche) inclui as trilhas de Robert Louis Stevenson.
Pontas: Muitos mirantes panorâmicos, mas poucos guias em inglês – é bom praticar leitura de mapas. Apenas campings e pousadas rurais. Se houver tempo, pare em Conques (cidade de peregrinação românica no Caminho de Santiago).
Visão geral do percurso: Começando por Lião (capital gastronômica), curva através do Vale do Ródano para o norte em direção ao Beaujolais Ida e volta à região vinícola. Principais paradas: Viena (Teatro romano e ruínas da Basílica de São Pedro) Torneio (capela com vista), vila no topo da colina OingtE de volta pelas impressionantes pontes de Lyon.
Destaques:
– Lyon: Cidade Velha Renascentista (Vieux Lyon, Fourvière). Os traboules (passagens escondidas) e os bouchons são um destaque.
– Vale do Ródano: Vinhedos (Hermitage, Côte-Rôtie) com pequenos passeios de degustação de vinhos.
– Beaujolais: As aldeias de pedra dourada (Oingt, Pérouges), os vinhedos ondulantes de Brouilly e Morgon (vinho gamay).
Cultura: O segredo de Lyon reside na preservação de sua arquitetura renascentista, considerada Patrimônio Mundial da UNESCO. A cidade foi berço do comércio da seda e do cinema (os irmãos Lumière). Reserve pelo menos uma noite em Lyon para degustar seus requintados bouchons (faça reserva – os preços podem ser altos, mas são lendários).
Logística: A maior parte das vias expressas é A46 e D, sem pedágio. Lyon possui zonas de tráfego limitado (bairros; procure por estacionamento exclusivo para residentes).
De abadias envoltas em névoa em ilhas costeiras a colinas ensolaradas cobertas de lavanda, as estradas da França entrelaçam história, cultura e beleza natural. Cada roteiro acima é uma tapeçaria de experiências: almoços gourmet com vistas para vinhedos, o amanhecer em uma abadia centenária, o pôr do sol em uma passagem de montanha, uma pousada rústica sob as estrelas. Essas rotas recompensam o motorista curioso e paciente com descobertas fora dos caminhos mais conhecidos.
Ao planejar sua aventura, lembre-se de que a jornada é O destino. Faça curvas inesperadas por vilarejos encantadores, demore-se em mirantes à beira da estrada, converse com os moradores em um café local. A rica herança da França — ruínas romanas, arte renascentista, tradições medievais — se revela melhor no ritmo da estrada.
Seja percorrendo os penhascos escarlates do Esterel ou contornando um lago vulcânico na região de Auvergne, deixe que a viagem de carro desperte o explorador que há em você. Cada quilômetro é um capítulo da vida francesa: gastronomia, vinhos, paisagens e hospitalidade incomparáveis. Prepare bem as malas, planeje com inteligência, mas deixe espaço para a espontaneidade. Você não está apenas dirigindo pela França; você está se conectando com séculos de arte de viver. Aproveite! a estradaE volte para casa com histórias dignas de um livro. Boa viagem e boa rota!